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<title>Astronomia Q&amp;A - Perguntas recentes em Cosmologia</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/questions/cosmologia</link>
<description>Powered by Question2Answer</description>
<item>
<title>O Universo expandiu-se ou expande-se mais velozmente que a luz?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/580/o-universo-expandiu-se-ou-expande-se-mais-velozmente-que-luz</link>
<description>Maxwell provou que as ondas eletromagnéticas viajam à velocidade da luz, que também é uma onda eletromagnética.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Postula-se que a Informação obedece à mesma velocidade e cita-se, como exemplo, que, se o Sol desaparecesse, levaríamos cerca de oito minutos para tomarmos conhecimento do fato, uma vez que a informação de que o astro não está mais lá acompanha a velocidade da luz, a que ele emitiu no último momento de 'vida'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, o modelo padrão postula que - se olharmos, se fôssemos capazes de olhar, para uma distância bem grande - poderíamos quase chegar no momento da criação, havendo uma barreira ao momento zero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas - me parece como leigo -, nos momentos próximos ao início da inflação cósmica, toda a matéria estava muito próxima uma de outra, de modo que a radiação eletromagnética, a que trouxe a informação de que o Universo fora criado, já havia atingido todos os pontos existentes e a nossa Terra, naquele momento pulverizada em partículas subatômicas e 'testemunhas' da Criação, já recebera a mensagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poderíamos, então, afirmar que agora - 13,7 bilhões de anos após a criação - surpreenderíamos o evento mais uma vez? Logicamente isto procede?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece-me que só se pode presenciar qualquer evento uma única vez. Pode-se guardá-lo para revisão, como se faz nos filmes e meios audiovisuais magnéticos, mas não 'visão', como se fosse a primeira vez, pois ele pertence à fatia de tempo daquele seu 'agora'.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A não ser que a expansão tenha se dado a uma velocidade maior que a da luz - fugindo à regra da velocidade máxima a que um corpo pode se deslocar, pois não se trata de matéria, mas de um tecido incógnito chamado espaço -, &amp;nbsp;as galáxias, os astros em geral, como boias flutuantes num líquido em movimento, se deslocaram do ponto-zero até o nosso momento a uma velocidade superior a da Informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou a expansão do Espaço deu-se como um salto quântico, aquele em que os elétrons mudam de órbita percorrendo a 'distância' entre elas de modo descontínuo, sumindo em uma órbita e aparecendo em outra, sem passar pelos 'intervalos',&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estando o observador a uma distância ainda não coberta pela velocidade da luz, poderia esperar pela informação do evento chegar até ele e ver a Criação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo padrão ao teorizar que podemos quase surpreender o momento da criação olhando para os confins do Universo me parece paradoxal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reforço: como leigo, imagino que podemos enxergar o passado,a formação de galáxias, mas na nossa camada, na camada em que os gases e poeiras estiverem alinhadas na circunferência a que pertencemos &amp;nbsp;(considerando um universo de geometria fechada), a um raio comum do centro na Criação, sob uma visão tridimensional, a que não leva em consideração o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta camada, seríamos todos velhos igualmente, mas não aparentemente, uma vez que dependeríamos da velocidade da luz para nos trazer a informação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a palavra os que possam ajudar; refutando, principalmente.</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/580/o-universo-expandiu-se-ou-expande-se-mais-velozmente-que-luz</guid>
<pubDate>Thu, 21 Jun 2018 12:24:16 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Distância do observável e expansão do universo</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/566/distancia-do-observavel-e-expansao-do-universo</link>
<description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color:#333333; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size:10.0pt&quot;&gt;Lendo alguns livros sobre cosmologia, aprendi que Hubble observando o universo longinquo, e depois através do telescópio Hubble, se deduziu que, no universo, quanto mais distante se encontram as galáxias mais rápidas elas se afastam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;font-variant-ligatures: normal;font-variant-caps: normal;orphans: 2; text-align:start;widows: 2;-webkit-text-stroke-width: 0px;text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;word-spacing:0px&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#333333; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size:10.0pt&quot;&gt;Hora! Se observo um objeto que está tão distante, que a sua luz que nos chega tem origem nos primórdios do universo, não é de se supor que essa velocidade representa uma velocidade passada? Portanto,&amp;nbsp;nos permite afirmar que não é essa a expansão atual do universo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/566/distancia-do-observavel-e-expansao-do-universo</guid>
<pubDate>Mon, 04 Jun 2018 15:27:05 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>“Afinal, o Universo terá cerca dois biliões (milhões de milhões) de galáxias...</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/428/afinal-universo-tera-cerca-bilioes-milhoes-milhoes-galaxias</link>
<description>“Afinal, o Universo terá cerca dois biliões (milhões de milhões) de galáxias, ou seja, dez vezes mais do que se pensava até agora “ (Jornal Público 14 Out 2016).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;[Ver fontes da notícia abaixo]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não. Nem sequer vou falar dos 'biliões' e 'milhões de milhões' (!?) Vou comentar outra coisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho espantoso e até de alguma presunção, que alguém decida quantificar o número total de galáxias! Como a notícia está redigida, até parece que estão a falar de Universo como uma espécie de espaço devidamente encaixotado, onde com um bocado de paciência, jeito, instrumentos adequados e extrapolações, será uma questão de tempo até conseguirmos contar os objectos que por lá se encontram!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não li o comunicado original de Nottingham, mas admito que estivessem a referir-se ao Universo observável. Mesmo dando de barato que estaremos certos quando datamos o Universo de alguns milhares de milhões de anos (embora seja minha convicção que se trata de uma teoria que um dia fará sorrir qualquer jovem do Ensino Secundário', tal como hoje nos rimos do 'éter' e do 'flogisto'...), é óbvio que por muitos super-instrumentos que venhamos a ter, nunca nos será possível observar para lá do horizonte temporal resultante da distância a que certos corpos estão de nós e cuja luz (ou qualquer outra radiação electromagnética ou corpuscular) ainda demorará milhões de anos a cá chegar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que os cosmologistas aqui do site nos ajudem a perceber melhor esta 'descoberta' (ou a 'notícia desta descoberta'...). Obrigado.</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/428/afinal-universo-tera-cerca-bilioes-milhoes-milhoes-galaxias</guid>
<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 14:45:12 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Pode-se definir o Tempo fisicamente?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/358/pode-se-definir-o-tempo-fisicamente</link>
<description>O que é na realidade o Tempo? Pode-se definir o tempo como algum tipo de matéria ou como uma dimensão? O Tempo apesar de o medirmos de modo tão preciso parece ser &amp;quot;algo&amp;quot; muito abstracto.</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/358/pode-se-definir-o-tempo-fisicamente</guid>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 12:39:18 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Quantas vezes pode o mesmo neutrino passar no mesmo sítio?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/313/quantas-vezes-pode-o-mesmo-neutrino-passar-no-mesmo-sitio</link>
<description>Tomando como exemplo um neutrino proveniente do núcleo estelar em colapso da Supernova 1987A que tenha sido detectado no observatório Kamioka em 1987, esse neutrino pode voltar a ser detectado mais alguma vez aqui no nosso planeta?</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/313/quantas-vezes-pode-o-mesmo-neutrino-passar-no-mesmo-sitio</guid>
<pubDate>Sat, 12 Sep 2015 13:02:31 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Porque é que não ouvimos som no Espaço e mesmo assim o cosmos é ensudecedor?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/224/porque-que-nao-ouvimos-espaco-mesmo-assim-cosmos-ensudecedor</link>
<description></description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/224/porque-que-nao-ouvimos-espaco-mesmo-assim-cosmos-ensudecedor</guid>
<pubDate>Sun, 14 Dec 2014 19:59:24 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Repercussões e significado da descoberta da equipa de Nelson Nunes</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/213/repercussoes-significado-descoberta-equipa-nelson-nunes</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Primeiro faço a necessária &lt;strong&gt;introdução e enquadramento da pergunta. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Está de parabéns o nosso amigo Prof. Nelson Nunes, que fez parte da equipa de concluiu da aceleração da expansão do Universo. Por isso mesmo, o &lt;em&gt;Diário de Notícias&lt;/em&gt; de 20 de Novembro de 2014 lhe dedica uma página inteira, a página 2. &lt;span style=&quot;color:#0000cd;&quot;&gt;Esta pergunta &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;é dirigida ao próprio Prof. Nelson Nunes&lt;/span&gt;, um dos especialistas do &quot;&lt;strong&gt;Astronomia Q &amp;amp; A&lt;/strong&gt;&quot;, neste caso em Cosmologia, com quem temos a felicidade de poder aprender mais. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;Aqui vai a pergunta, precedida de uma &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color:#800000;&quot;&gt;introdução minha&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&lt;span style=&quot;color:#800000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;Suponhamos três&amp;nbsp;equipas de cosmologistas investigando&amp;nbsp;nos momentos &lt;em&gt;t&lt;/em&gt;1, &lt;em&gt;t&lt;/em&gt;2 e&lt;em&gt; t&lt;/em&gt;3, espaçados de um milhão de anos entre si, por exemplo.&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&lt;span style=&quot;color:#800000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;Ou seja,&lt;em&gt; t&lt;/em&gt;2&amp;nbsp; = &lt;em&gt;&amp;nbsp;t&lt;/em&gt;1+1Ma;&amp;nbsp;&lt;em&gt; t&lt;/em&gt;3 =&lt;em&gt; t&lt;/em&gt;2+1Ma (sendo 1 Ma = um milhão de anos)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&lt;span style=&quot;color:#800000;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;Se essas três equipas medissem a &quot;constante&quot; de Hubble (&lt;em&gt;H&lt;/em&gt;) na sua respectiva&amp;nbsp;época (t1,&lt;em&gt; t&lt;/em&gt;2 e &lt;em&gt;t&lt;/em&gt;3), obteriam para ela valores&lt;em&gt; H&lt;/em&gt;1, &lt;em&gt;H&lt;/em&gt;2 &lt;em&gt;H&lt;/em&gt;3, sendo &lt;em&gt;H&lt;/em&gt;3&amp;gt;&lt;em&gt;H&lt;/em&gt;2&amp;gt;&lt;em&gt;H&lt;/em&gt;1. Ou seja, o valor de &lt;em&gt;H&lt;/em&gt; aumenta lentamente com o tempo. Confirma-se essa hipótese?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt; [&lt;strong&gt;Na verdade, de acordo com os últimos resultados, deverá ser &lt;em&gt;H&lt;/em&gt;3&amp;lt;&lt;em&gt;H&lt;/em&gt;2&amp;lt;&lt;em&gt;H&lt;/em&gt;1, como o Prof. Nelson Nunes explica mais abaixo&lt;/strong&gt;]&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Numa primeira fase, o Prof. Nelson Nunes confirma a minha dedução, dizendo &quot; é mesmo assim, mas temo que nao tenha sido o primeiro a pensar no assunto. Esse método chama-se &lt;em&gt;Sandage-Loeb test&amp;nbsp; &lt;/em&gt;e é um dos &lt;em&gt;science drives&lt;/em&gt; do telescopio E-ELT. Veja esta página aqui: &lt;a class=&quot;moz-txt-link-freetext&quot; href=&quot;http://www.iac.es/proyecto/codex/pages/science-show-cases.php&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.iac.es/proyecto/codex/pages/science-show-cases.php&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	As boas noticias são que não vai ter de esperar milhões de anos, mas apenas algumas décadas&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Gostaria que tivéssemos aqui uma resposta mais avançada do que a minha constatação, por isso peço ao Prof. Nelson Nunes, cosmologista profissional,&amp;nbsp; os esclarecimentos adicionais que nos possa dar, ele que trabalha directamente nisso.&lt;br&gt;
	&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;Agradeço &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;Guilherme de Almeida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://veja1.abrilm.com.br/assets/images/2011/5/37361/universo-materia-escura-620-size-598.jpg&quot; style=&quot;width: 595px; height: 336px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/213/repercussoes-significado-descoberta-equipa-nelson-nunes</guid>
<pubDate>Sat, 22 Nov 2014 19:07:05 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>O que existe para além do limite do Universo?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/188/o-que-existe-para-alem-do-limite-do-universo</link>
<description>Se por agum acaso, alguma vez fosse possivel chegar à ponta extrema do universo. e tendo em consideração a formulação da teoria do balão, seria possivel sair para fora? O que existirá para fora dessa extremidade? Outro universo? Nada?</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/188/o-que-existe-para-alem-do-limite-do-universo</guid>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2014 13:57:51 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Universo Infinito</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/62/universo-infinito</link>
<description>&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://astronomia.galactica.pt/?qa=blob&amp;amp;qa_blobid=3754468482311652954&quot; style=&quot;width: 250px; height: 151px; float: right;&quot;&gt;É o Universo verdadeiramente infinito (sem fim) ou é apenas realmente muito grande?&lt;/p&gt;</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/62/universo-infinito</guid>
<pubDate>Wed, 25 Sep 2013 13:14:56 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Olhar para o passado do Universo</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/58/olhar-para-o-passado-do-universo</link>
<description>&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://astronomia.galactica.pt/?qa=blob&amp;amp;qa_blobid=17644351299298580347&quot; style=&quot;width: 300px; height: 300px; float: right; margin-left: 10px; margin-right: 10px;&quot;&gt;Há tempos li uma notícia de que o satélite Swift da NASA observou uma estrela moribunda (&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://imagine.gsfc.nasa.gov/docs/features/news/4may09.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;GRB 090423&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;) sendo que o colapso observado teria ocorrido apenas 630 milhões de anos após o Big-Bang, numa altura em que naturalmente não existia Terra, Sol nem sistema solar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Ora, sendo que o Universos se expande a uma velocidade inferior à da luz (já agora, qual é a velocidade de expansão do Universo?) &amp;nbsp;como é possível podermos observar algo que já não existe há muito e cuja luz nos teria, digamos assim, ultrapassado, uma vez que será mais rápida do que a expansão do Universo, para além de termos ainda que considerar o facto de que entretanto houve tempo para a formação do Sol e do Sistema Solar... É algo que me deixa confuso, pois pela lógica a luz emitida deveria há muito ter passado por nós pelo que não a poderíamos ver. Isso levar-me ia a considerar que se imaginarmos um ponto central onde ocorreu o Big-Bang (se é que isso é possível conceber) ao olharmos nessa direcção iríamos ver menos estrelas pois estas seriam estrelas mais velhas e outras que já nem existiriam, pelo que o céu iria apresentar distintas densidades estelares consoante a direcção para a qual olhávamos, o que não acontece.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Sei que a estas escalas as concepções clássicas não têm aplicação, provavelemnte terá algo a ver com a teoria da relatividade ou algo idêntico, mas é este um conjunto de questões que me deixam perplexo e curioso pelo seu aparente paradoxo.&lt;/p&gt;</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/58/olhar-para-o-passado-do-universo</guid>
<pubDate>Mon, 09 Sep 2013 11:15:51 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>O fim do Universo</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/25/o-fim-do-universo</link>
<description>&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.darkermatter.com/issue3/pictures/end_of_the_universe.jpg&quot; style=&quot;width: 200px; height: 300px; float: right;&quot;&gt;Um dia o Universo vai ficar sem estrelas?&lt;/p&gt;</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/25/o-fim-do-universo</guid>
<pubDate>Wed, 28 Aug 2013 15:42:49 +0000</pubDate>
</item>
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