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<title>Astronomia Q&amp;A - Perguntas e respostas recentes</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/qa</link>
<description>Powered by Question2Answer</description>
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<title>Gostaria de colimar o meu binoculo 15x70. Podem ajudar?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1271/gostaria-de-colimar-o-meu-binoculo-15x70-podem-ajudar</link>
<description>Tenho há alguns anos um binoculo 15x70. Reparei logo nas primeiras utilizações leves tonturas e cansaço, mas na altura era ainda mais leigo e não fazia ideia alguma de qual era o problema. Recentemente adquiri um bom tripé e queria utilizar mais vezes o 15x70. Como as tonturas e mau estar persistem , tentei perceber qual o problema. Mau alinhamento , descolimação... Depois de muita leitura comecei a fazer alguns testes, e o que reparo no meu binoculo é isto: não tenho qualquer problema quando olho pelas oculares. A imagem parece-me boa...foco bem. Estou com as borrachinhas pra baixo porque uso óculos e percebo que estou a receber todo o campo de visão. A distância interpupilar está regulada corretamente. Mas sei que algo está errado ( tonturas). Eis o que consigo apontar de errado. Quando afasto os olhos das oculares consigo ver que continua um disco de luz que depois vai ficando dois mas quase encavalitados um no outro . Relaxando os olhos, ainda a 6 ou 7 cm se estiver a observar uma linha reta...um gradeamento por exempo, consigo ver perfeitamente que nesse disco de luz ficam dois gradeamentos . Assim &amp;nbsp;= mas a ocupar todo o campo de visão. À medida que vou reaproximando os olhos , os gradeamentos vão ficando mais próximos e quando já estou à distância correta sinto perfeitamente ( e vejo!) o meu cérebro a juntar os dois no campo de visão. &amp;nbsp;Nos videos que vi, vejo que normalmente descrevem problemas um pouco diferentes do meu... e mexem quase sempre num parafuso da ócular direita, por baixo daquela tira de borracha ( são uns Celestron Skymaster) Tendo em conta o meu problema, qual o parafuso que devo tentar mexer? Obrigado a todos</description>
<category>Binóculos</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1271/gostaria-de-colimar-o-meu-binoculo-15x70-podem-ajudar</guid>
<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 17:04:16 +0000</pubDate>
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<item>
<title>Respondida: Qual a distância média entre as galáxias?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/575/qual-a-distancia-media-entre-as-galaxias?show=1184#a1184</link>
<description>Boa noite,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para distâncias &amp;quot;pequenas&amp;quot;, a dinâmica local mascara, sobrepõe-se de forma dominante e até contraria a expansão de Hubble. Para efeitos cosmológicos, cinco milhões de anos-luz é uma distância pequena... A galáxia de Andrómeda (a aprox. 2, 3 milhões de anos-luz) aproxima-se da Via Láctea, porque a velocidade de recessão para estas distâncias é muito inferior às velocidades da dinâmica de interacção num mesmo grupo de galáxias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As galáxias distribuem-se em grupos (enxames), os enxames estão mais afastados uns dos outros do que as galáxias de um mesmo enxame. E por sua vez os enxames de galáxias estruturam-se em superenxames de galáxias e estes formam megaestruturas ainda muito maiores. &amp;nbsp;Por isso mesmo há variados níveis de distâncias entre galáxias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro de um mesmo grupo, por exemplo, o Grupo Local, a que pertence a Via Láctea, a galáxia de Andrómeda e várias outras, num total de cerca de 40 galáxias, a distância média (entre galáxias) é, grosso modo, de cerca de 20 diâmetros galácticos. Se imaginar cada galáxia representada por um disco DVD (12 cm de diâmetro), a distância média entre galáxias vizinhas, dentro do mesmo grupo, nessa mesma escala, andaria por volta de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;20x12 cm=240 cm=2,40 m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 22:29:50 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Projeto de telescópio de 210mm. Como começar?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1174/projeto-de-telescopio-de-210mm-como-comecar?show=1181#a1181</link>
<description>Boa tarde,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro clássico &amp;quot;La Construction d'un Télescope d'Amateur&amp;quot;, de Jean Texereau, está online, de acesso grátis, em pdf. Pode ser &amp;quot;baixado&amp;quot; (download) como obra completa ou capítulo a capítulo. Tudo explicado passo a passo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, nos tempos actuais, construir já não é economicanente vantajoso face a comprar feito. Tempo consumido, encontrar materiais e componentes, ferramentas, voltas e percursos de loja em loja, portes, sai mais caro. Para mais, certos produtos, como os carborunduns, normalmente só se vendem em quantidades que no mínimo dariam para fazer 10 a 14 espelhos (1 kg ou mais, de cada granulação). As sobras são grandes e pesam no custo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o livro tem magníficos ensinamentos. Pode encontrá-lo aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.astrosurf.com/texereau&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.astrosurf.com/texereau&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1174/projeto-de-telescopio-de-210mm-como-comecar?show=1181#a1181</guid>
<pubDate>Sat, 12 Dec 2020 18:02:10 +0000</pubDate>
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<item>
<title>Respondida: Blocos de construção da vida, poderia ter surgido no espaço?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/801/blocos-de-construcao-da-vida-poderia-ter-surgido-no-espaco?show=1160#a1160</link>
<description>Os blocos de construção da vida, as biomoleculas, são formadas com relativa facilidade por todo o Universo. Encontrado-las em nebulosas planetárias, e as estrelas conseguem produzi-las com facilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A origem da vida na Terra e' um topico ainda bastante contestado, no sentido em que varias hipóteses foram avançadas e são igualmente possíveis de acontecer. Temos, por exemplo, o conceito de abiogenese, em que as moléculas orgânicas são formadas a partir de componentes inorgânicos devido as condições extremas da Terra apos a sua formação (química prebiotica). A experiência de Miller-Urey simulou as condições da Terra primordial e conseguiu criar moléculas orgânicas a partir de outros componentes (pensa-se que relâmpagos na atmosfera tenham acelerado o processo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra possibilidade e' o conceito de Panspermia, em que as moléculas biológicas ou mesmo organismos simples tenham chegado a Terra a partir de cometas ou asteroides que tenham embatido no planeta ao longo do tempo e, dessa forma, colonizado a Terra. Se isto se verificar, então somos todos descendentes de imigrantes. Os próprios humanos são culpados de promover Panspermia, uma vez que as nossas sondas e satélites terão provavelmente levado com elas, inadvertidamente, micróbios que poderão um dia colonizar outro planeta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proprio po encontrado no espaço pode conter moléculas biológicas (as chamadas PAH - hidrocarbonatos aromáticos policiclicos), que se terão formado tao cedo como nos momentos imediatamente a seguir ao Big Bang, quando as primeiras estrelas começaram a transformação de hidrogênio e hélio em elementos mais pesados. Sao bastante usadas na procura de exoplanetas (embora a sua descoberta não implique necessariamente a existência de vida).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito provavelmente, a razão para origem da Vida na Terra sera não apenas uma destas hipóteses, mas uma mistura de todas elas, trabalhando em conjunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ja as diferentes formas de vida encontradas na Terra sao um tema bastante bem explicado pela Biologia e pela teoria da evolução propostas por Charles Darwin e Alfred Wallace (e depois expandida e melhorada pelas gerações de cientistas que os seguiram), mas esse tema em particular cai fora da area da Astronomia e das ciências do espaço.</description>
<category>Diversos</category>
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<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 16:16:51 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Janelas na ISS</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/798/janelas-na-iss?show=1155#a1155</link>
<description>Não sei que documentário te referes, mas tentarei responder na mesma. A ISS tem uma cupula com janelas que é a partir daí onde os astronautas fazem fotos da Terra, por exemplo. Mas essas janelas não abrem, porque senão abririam para o vacuo do Espaço, e colocariam a estabilidade da Estação e a segurança dos astronautas em causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste vídeo &lt;a href=&quot;https://www.youtube.com/watch?v=U54RMrBK9vU&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.youtube.com/watch?v=U54RMrBK9vU&lt;/a&gt; podes ver o Scot Kelly na cupula a explicar o que fazem na Cupula e como. Contudo, aquelas &amp;quot;janelas&amp;quot; não abrem. E só existem na cupula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vera</description>
<category>Diversos</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/798/janelas-na-iss?show=1155#a1155</guid>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 15:53:51 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Qual a melhor ocular</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1142/qual-a-melhor-ocular?show=1144#a1144</link>
<description>&lt;p&gt;Embora não tenha indicado a relação focal ou a distância focal desse telescópio, nem sequer o preço, o que facilitaria, uma pesquisa rápida revelou que é&amp;nbsp; f/7.87 e f= 1000 mm.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Poderá ser, face ao seu preço, um&amp;nbsp; telescópio satisfatório para muitos utilizadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentro de um preço não proibitivo, as oculares de Plossl (de boa qualidade construtiva) fazem bom serviço. Abaixo de 9 mm de distância focal , estas oculares obrigam a colocar o olho muito perto da pente traseira, o que é desconfortável, pelo que poderá ser vantajoso usar uma lente de Barlow. Ou oculares de&amp;nbsp; pupila de saída afastada (designadas LER, de &lt;em&gt;Long Eye Relief&lt;/em&gt;), que são confortáveis de usar mesmo com distâncias focais muito pequenas. A escolha de oculares deve ter em conta a relação custo/beneficio, pois não quer certamente comprar oculares que custam mais caro do que o telescópio todo (o dobro ou mais...).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;em&gt;melhor&lt;/em&gt; ocular, pode não compensar nesse telescópio. Por exemplo, uma ocular Takahashi LER de f=5 mm custa mais de 200 euros. Compensa? Só o utilizador o dirá. Mas&amp;nbsp; já tem um preço praticamente igual ao do telescópio...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A observação de planetas exige alguma amplificação, mas o abuso dela dará piores imagens. Como critério, 120x é um bom valor de regra geral para um telescópio como o seu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um telescópio de 127 mm de abertura numa linha de custo efectivo, não dará boas imagens planetárias acima de 200x. As 300x poderá ser um argumento de venda. E nem sempre é possível obter boas imagens, mesmo a 200x, se a turbulência atmosférica estiver elevada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em algumas noites (que não são tão poucas como parece), as imagens não se conseguem focar, ondulam, estremecem, parece que tudo está em ebulição. Não ´+e cumpa do telescópio. tente em outra noite. Evite observar planetas que estejam a menos de 40º de altura. Abaixo dos 30º a turbulência é mais&amp;nbsp; alta. O problema é que, nas latitudes de Portugal,&amp;nbsp; Júpiter e Saturno, nestas épocas, não se elevam muito no horizonte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Boas observações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://bit.ly/galmeida&quot;&gt;http://bit.ly/galmeida&lt;/a&gt; (short URL)&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/SEARCHBOOKS/861&amp;amp;sType=AUTHORID&amp;amp;maid=292&quot;&gt;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/SEARCHBOOKS/861&amp;amp;sType=AUTHORID&amp;amp;maid=292&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.wook.pt/autor/guilherme-de-almeida/5235&quot;&gt;https://www.wook.pt/autor/guilherme-de-almeida/5235&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.bertrand.pt/autores/autor?id=5235&quot;&gt;http://www.bertrand.pt/autores/autor?id=5235&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1142/qual-a-melhor-ocular?show=1144#a1144</guid>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 23:27:47 +0000</pubDate>
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<item>
<title>Respondida: Porque tem uma lente na base do focalizador do meu telescópio f/9.3?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1137/porque-tem-uma-lente-na-base-do-focalizador-do-meu-telescopio?show=1143#a1143</link>
<description>&lt;p&gt;Um telescópio de 150 mm de abertura, f/9,3 terá uma distância focal de 150x9,3=1395 mm. Presumo que seja um telescópio de Newton, em versão equatorial ou em versão Dobson,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma longa distância focal do telescópio permite a &lt;em&gt;mesma &lt;/em&gt;amplificação com oculares de &lt;em&gt;maior &lt;/em&gt;distância focal, mais confortáveis de usar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em condições normais, seria de esperar que o comprimento total do tubo desse telescópio tivesse cerca de 1,40 m. Para muitas pessoas, um tubo desse comprimento é pouco manobrável e&amp;nbsp; alguns fabricantes, sabendo disso, procuram criar essa longa distância focal num tubo mais curto. Se medir o comprimento total do tubo do seu telescópio, provavelmente verificará que é bastante mais curto do que, digamos, 1,10 m. É o caso?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que os fabricantes fazem é usar um espelho primário de relação focal mais curta, por exemplo&amp;nbsp; f/6 (o que daria 900 mm de distância focal se D=150 mm), inserindo então uma &lt;em&gt;lente de Barlow&lt;/em&gt;, permanentemente dentro do fundo do porta-oculares. Essa lente de Bqrlow, que é um sistema divergente constituído por duas ou três lentes, alonga a distância focal desde, por exemplo f/6 a f/9,3.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A vantagem consiste em acomodar uma distância focal maior sem necessidade de um tubo muito comprido. A desvantagem é que ess alente não é para desmontar e tem de lá estar sempre para que o telescópio funcione, pois a posição em que as oculares ficam leva em conta esse efeito. E se essa Barlow não for muito boa, reduzirá um pouco a qualidade das imagens observadas. É um sistema óptico divergente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Faça um teste. Tire a ocular, só a ocular, durante o dia. Olhe pelo porta-oculares, com o seu olho afastado e meta a mão dentro do tubo do telescópio, com muito cuidado, sem tocar na aranha nem no espelho secundário. Veja a sua mão através dessa tal lente. Vê que a sua mão aparece muito pequenina? É a tal lente de Barlow integrada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Volte a retirar a mão com cuidado.&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 23:04:17 +0000</pubDate>
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<item>
<title>Respondida: Smartphones com zoom de 120x, verdadeiro ou falso!?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1120/smartphones-com-zoom-de-120x-verdadeiro-ou-falso?show=1122#a1122</link>
<description>&lt;p&gt;Boa tarde,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pelos mesmos motivos de interesse, fui ver esses modelos e experimentá-los nas lojas que vendem esse equipamento. Usei como teste o que se via do lado de fora da loja, num centro comercial. Experimentei os modelos com &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;de 30x e e de 100x.&lt;br&gt;Pelo que vi nos meus testes, esses &lt;em&gt;zooms &lt;/em&gt;anunciados são uma combinação de &lt;em&gt;zoom&lt;/em&gt; verdadeiro (óptico) e de &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;digital (por &lt;em&gt;crop &lt;/em&gt;de imagem). Até 12x o zoom é puramente óptico; continuando a fazer &lt;em&gt;zoom&lt;/em&gt;, entra em acção um &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;digital, que pode ir até 2,5x, dando como resultado 12x2,5=30x. Isto no modelo de 30x.&lt;br&gt;No modelo de 100x, o &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;óptico ia um pouco mais longe, creio que até 20x e daí para a frente era &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;digital. Em ambos os telemóveis o sistema anuncia quando é que o &lt;em&gt;zoom&lt;/em&gt; digital entra em acção, o que permite, para quem quiser, só fazer uso do &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;óptico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E as conclusões?&lt;/strong&gt; No campo de acção do &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;óptico, os resultados são bons, mas é preciso (nos &lt;em&gt;zooms &lt;/em&gt;longos) ter o telemóvel bem firme porque fica muito sensível às tremuras das mãos do utilizador (como acontece num binóculo de grande amplificação). E a imagem fica um bocado mais escura à medida que se puxa o &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;óptico.&lt;br&gt;Quando o &lt;em&gt;zoom &lt;/em&gt;digital entra em acção, se só se usar um pouco, a imagem ainda é razoável. Puxando o zoom digital a fundo, a imagem é medíocre e com ruído. Não gostei neste último caso.&lt;br&gt;Foi isto que vi...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;Endereço da minha página Internet:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt; https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Diversos</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1120/smartphones-com-zoom-de-120x-verdadeiro-ou-falso?show=1122#a1122</guid>
<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 15:01:26 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Comprei um Telescópio de 60mm, mas falta uma peça</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1044/comprei-um-telescopio-de-60mm-mas-falta-uma-peca?show=1104#a1104</link>
<description>&lt;p&gt;De facto, o telescópio &lt;em&gt;devia &lt;/em&gt;vir completo. O que infelizmente não aconteceu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na maior parte dos refractores não se consegue focar imagem sem esse acessório, pois o focador não sai o suficiente para tal.&lt;br&gt;O acessório que refere pode ser um espelho diagonal ou um prisma diagonal, ambos com saída a 90º da entrada. A medida padrão do diâmetro interno do focador (nos refractores pequenos) é 24,5 mm** e não de 25 mm. Deverá corresponder ao diâmetro externo do barril das oculares. O seu telescópio deve ter vindo com duas ou três oculares...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para pôr o telescópio em serviço, terá de alinhar devidamente o buscador (também chamado &quot;luneta buscadora&quot;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;** &lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;Já é difícil encontrar acessórios de telescópios nessa medida de 24,5 mm. O actual diâmetro padrão mais comum é 31,75 mm (1,25 polegada). Os 24,5 mm correspondem a 0,965 polegada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Boas observações&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;FONT: 10pt arial&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;Endereço para&amp;nbsp;a minha página Internet:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;FONT: 10pt arial&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1044/comprei-um-telescopio-de-60mm-mas-falta-uma-peca?show=1104#a1104</guid>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 17:13:21 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Como posso encontrar discos graduados para orientação por coordenadas em montagem dobleriana (sem motor) ?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1012/encontrar-graduados-orientacao-coordenadas-montagem-dobleriana?show=1097#a1097</link>
<description>&lt;p&gt;Refere-se a círculos graduados mecânicos? Num Dobsoniano (montagem Dobson), os discos teriam de estar graduados em &lt;em&gt;altura &lt;/em&gt;e em &lt;em&gt;azimute&lt;/em&gt;. E teria de nivelar a montagem e de a orientar em azimute. Mas de pouco lhe serviriam essas escalas, que apenas lhe dariam, num dado momento, a altura e o azimute de um astro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou pretende círculos graduados que lhe indiquem como apontar o telescópio para um astro que conste da memória do sistema? E que lhe dêem a saber se já chegou lá e tem o astro no campo de visão do telescópio? Nesse caso serão &lt;strong&gt;círculos graduados digitais&lt;/strong&gt;. vendem-se e kit nas boas lojas de equipamento. Tente na astrofoto ( &lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;www.astrofoto.com.pt&lt;/span&gt;), na Astroshop (&lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;www.astroshop.p&lt;/span&gt;t) ou na Telescope Service (&lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.teleskop-express.de/shop/advanced_search_result.php?keywords=setting+circles&amp;amp;suchdas=OK&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.teleskop-express.de/shop/advanced_search_result.php?keywords=setting+circles&amp;amp;suchdas=OK&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De notar que nem todos são compatíveis com montagens Dobson. Terá de perguntar ao fornecedor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1012/encontrar-graduados-orientacao-coordenadas-montagem-dobleriana?show=1097#a1097</guid>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 23:40:07 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Ampliação com foco primario</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1063/ampliacao-com-foco-primario?show=1092#a1092</link>
<description>&lt;p&gt;Caro José Bento,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É importante saber se está a referir ampliação em relação a quê.&lt;br&gt;Se é em relação a uma objectiva de 50 mm&amp;nbsp; &lt;strong&gt;reais &lt;/strong&gt;(sem entrar em conta com o factor de 1,6 que certas câmaras têm, em virtude do tamanho do chip), a ampliação é 1200/50=24x.&lt;br&gt;Ou seja, se a imagem de um certo objecto apresenta a dimensão de 2 mm no chip, com a objectiva que lhe está a servir de critério (50 mm reais), então com o telescópio, no foco primário, esse objecto, no mesmo chip apresentará 24x2=48 mm (pode não caber todo no chip e neste caso específico não cabe todo no chip).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Generalizando, se a distância focal real for f numa qualquer objectiva de referência, no foco principal a imagem formada terá a ampliação A=1200/f.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a distância focal gravada no bordo da objectiva da câmara for &lt;em&gt;equivalente &lt;/em&gt;para o formato padrão 24 mm x 36 mm (com o tal factor 1,6), nesse caso a ampliação será&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A' =1,6x1200/ f.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por exemplo, a imagem da Lua, no foco de uma objectiva de 50 mm de focal (&lt;strong&gt;reais&lt;/strong&gt;) tem no chip um diâmetro diminuto (~0,44 mm). No foco principal desse telescópio o diâmetro da imagem da Lua, no chip, medirá 10,56 mm (=24x0,44 mm).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em qualquer dos casos, chamamos neste caso &quot;ampliação&quot; ao quociente da medida do tamanho da imagem de um dado objecto no chip, no foco principal do telescópio, em comparação com o tamanho da imagem do mesmo objecto no chip, quando a câmara está a ser usada com a sua objectiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se for preciso alguma informação adicional, disponha.&amp;nbsp; Pode encontrar mais informação útil no meu site &lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;Guilherme de Almeida&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 16:34:22 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Catalogar uma Estrela</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1017/catalogar-uma-estrela?show=1059#a1059</link>
<description>&lt;p&gt;Olá Jordan,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;se hipoteticamente descobrisse uma nova estrela, que actualmente é praticamente impossível porque o céu é varrido constantemente por milhares de potentíssimos telescópios, a sua nomenclatura teria de ser aprovada pela União Astronómica Internacional. Esta, é uma é uma sociedade científica cujos membros individuais são astrónomos profissionais de diversos países e são eles que, entre outras matérias, regulam a nomenclatura oficial das estrelas (e muitos outros objectos estelares).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Poderá obter mais informações sobre a nomenclatura das estrelas e outros corpos celestes nesta ligação &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;/www.iau.org/public/themes/naming_stars/&quot;&gt;https://www.iau.org/public/themes/naming_stars/&lt;/a&gt; e nesta &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Astronomical_naming_conventions/&quot;&gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Astronomical_naming_conventions/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(ambas em inglês)&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 08:38:36 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Existe alguma forma de facilitar o acompanhamento dos astros numa montagem dobson??</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1019/existe-alguma-facilitar-acompanhamento-astros-montagem-dobson?show=1057#a1057</link>
<description>Olá José,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a própria Sky-Watcher tem kits de upgrade para motorização do seu telescópio (&lt;a href=&quot;https://skywatcheraustralia.com.au/product/dobsonian-upgrade-kits-for-goto-2/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://skywatcheraustralia.com.au/product/dobsonian-upgrade-kits-for-goto-2/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto penso que ficaria mais bem servido se optasse por adquirir uma montagem equatorial, mas ficará certamente mais caro.</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 13:49:49 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Alguém observou um fenómeno estranho na noite de 19/09/2015 no Porto (Portugal)?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/324/alguem-observou-fenomeno-estranho-noite-2015-porto-portugal?show=1042#a1042</link>
<description>Cara, nesse exato momento por volta mais ou menos dás 22:30 da noite, acabo de ver um bando de pássaros brancos reluzentes parece que tinham luz própria voando sobre um céu estrelado e desapareceram de forma repentina, nunca vi nada igual. Achei muito estranho pássaros voando a essa hora da noite e eles realmente brilhavam. Com certeza acredito que seja algo de Deus que nos permitiu ver para nos falar alguma coisa.</description>
<category>Diversos</category>
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<pubDate>Thu, 16 Jul 2020 08:27:06 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Deformação do tempo dentro do horizonte de eventos de um buraco negro</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1003/deformacao-do-tempo-dentro-horizonte-eventos-buraco-negro?show=1016#a1016</link>
<description>Creio que nada escapa do horizonte de eventos, e como dizem, nem mesmo a luz consegue escapar de tal fenômeno, pois sua velocidade é inferior a velocidade do buraco negro. O buraco negro é como se fosse uma grande vala em meio ao espaço, sendo assim ele não obedece as mesmas regras físicas que a dos outros astros. É uma pergunta complicada!</description>
<category>Astrofísica</category>
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<pubDate>Mon, 15 Jun 2020 23:36:18 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Formato e a atmosfera dos Exoplanetas</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/714/formato-e-a-atmosfera-dos-exoplanetas?show=999#a999</link>
<description>&lt;p&gt;Antes de começar eu não sou especialista nesta área pelo que posso ter apanhado mal os detalhes.&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;p&gt;Todos os exoplanetas deverāo ter a mesma forma que os planetas do nosso sistema solar. Isto é porque a gravidade tende a aplanar as deformações e uma esfera é a forma mais fácil que um sistema em equilíbrio pode adquirir (ou, se preferir,&amp;nbsp;a gravidade puxa todas as coisas com a mesma força em direcção ao centro, o que leva a forma de uma esfera).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tamanho de um exoplaneta pode ser calculado a partir da alteração no brilho da estrela quando o exoplaneta lhe passa à frente. Funciona exactamente como um eclipse do Sol, e a queda no brilho da estrela-mãe é proporcional ao quociente entre o raio do exoplaneta e o raio da estrela:&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;queda em brilho ~&amp;nbsp;(raio do planeta^2)/(raio da estrela^2)&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;(O sinal ~ significa &quot;aproximadamente igual - poderão haver algumas constantes envolvidas que eu ignorei em favor de manter a expressão simplificada.&amp;nbsp;Sabemos o tamanho da estrela através do estudo do seu espectro, ou seja o brilho da estrela a cada comprimento de onda do espectro eletromagnético, que nos diz o quao quente e massiva a estrela é).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A atmosfera é algo mais complicado mas uma possível opção é mais uma vez o espectro. A dificuldade esta em separar a luz que nos chega de modo a sabermos qual é a luz da estrela e qual é a luz do planeta. Se conseguirmos fazer isso, e se o planeta for brilhante o suficiente, podemos analisar o espectro e procurar por &quot;marcadores&quot;, normalmente baixas no brilho a comprimentos de onda específicos (que chamamos linhas de absorção), específicos de certas moléculas químicas que formariam a atmosfera do planeta. Mas isto é algo muito difícil de se fazer.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se estiver interessado, e o inglês não incomodar, este &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://astronomy.swin.edu.au/cosmos/S/Spectroscopy&quot;&gt;link&lt;/a&gt; oferece mais detalhes sobre espectros.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Diversos</category>
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<pubDate>Tue, 05 May 2020 08:32:39 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Quando Betelgeuse se tornar supernova, a sua explosão atingirá as estrelas vizinhas?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/989/betelgeuse-supernova-explosao-atingira-estrelas-vizinhas?show=998#a998</link>
<description>&lt;p&gt;Os efeitos da explosão de Betelgeuse serão sentidos nas suas proximidades. Serão mesmo sentidos na Terra embora&amp;nbsp;em principio sem particular perigo para a Vida (espera-se uma subida de temperatura de 4 a 5 graus, o que poderá ter consequências a nível de agua do mar, bem como alguma interferência nos sistemas electrónicos).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estrelas &quot;perto&quot; de Betelgeuse irão ser igualmente banhadas na onda de radiação da explosão, mas as distâncias envolvidas são tais que provavelmente não haverá qualquer efeito nelas. Se estivessemos a falar de um sistema onde varias estrelas estão gravitacionalmente ligadas umas às outras, então poderíamos ver alguns efeitos interessantes, com atmosferas estelares a serem arrancadas as estrelas vizinhas ou mesmo estrelas completas a serem desfeitas, dependendo da proximidade e do tamanho dos intervenientes. Mas tanto quanto sabemos não existem estrelas ligadas desse modo a Betelgeuse pelo que provavelmente não lhes acontecerá nada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, se houvessem planetas a menos de 50 anos-luz de Betelgeuse, a história seria diferente. Pensa-se que se uma supernova explodisse assim tao perto da Terra, as partículas carregadas resultantes da explosão destruiriam a camada de Ozono e seriam mortíferas para formas de vida mais desprotegidas como o plankton. Mas não existem estrelas suficientemente massivas para explodir como supernova a menos de 50 anos-luz da Terra, pelo que não precisamos de nos preocupar com isso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se Betelgeuse explodisse, seria um espectáculo visual (seria tao brilhante como a lua cheia e visível durante o dia) e uma grande oportunidade para estudarmos mais esse capítulo final da vida das estrelas, mas não seria um evento catastrófico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Infelizmente, porque eu estava mesmo entusiasmado com esta, Betelgeuse já recuperou todo o seu brilho natural e está agora de volta a sua actividade normal, pelo que não parece ser desta que observamos uma supernova. O que é pena, porque elas tendem a só acontecer, &lt;u&gt;em média&lt;/u&gt;, a cada 240 milhões de anos.&lt;/p&gt;</description>
<category>Astrofísica</category>
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<pubDate>Tue, 05 May 2020 08:14:24 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Quais as principais características da Nebulosa de Águia?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/331/quais-as-principais-caracteristicas-da-nebulosa-de-aguia?show=910#a910</link>
<description>&lt;p&gt;1.&amp;nbsp;Diferentemente da&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://factslegend.org/20-interesting-ant-nebula-facts/&quot;&gt;Nebulosa&lt;/a&gt;&amp;nbsp;da&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://factslegend.org/20-interesting-ant-nebula-facts/&quot;&gt;Formiga&lt;/a&gt;&amp;nbsp;, que é uma nebulosa planetária, a Nebulosa da Águia é uma nebulosa de emissão.&amp;nbsp;Simples significa que esta nebulosa brilha por causa de sua própria luz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2.&amp;nbsp;Esta nebulosa está localizada na constelação de Serpens Cauda, ​​em nossa&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://factslegend.org/20-interesting-milky-way-galaxy-facts-part-i/&quot;&gt;galáxia da Via Láctea&lt;/a&gt;&amp;nbsp;.&amp;nbsp;O estudo desta nebulosa ajudou os cientistas a entender o que realmente acontece dentro de uma nebulosa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3.&amp;nbsp;A pessoa que descobriu a Nebulosa da Águia foi Philippe Loys de Chéseaux.&amp;nbsp;Ele descobriu a nebulosa em 1745-1746.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4.&amp;nbsp;Na verdade, Philippe Loys de Chéseaux - o astrônomo suíço realmente não descobriu a nebulosa inteira.&amp;nbsp;Ele só descobriu o aglomerado de estrelas na&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://factslegend.org/20-interesting-nebula-facts/&quot;&gt;nebulosa&lt;/a&gt;&amp;nbsp;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;5.&amp;nbsp;Foi Charles Messier - um astrônomo da França - que, em junho de 1764, descobriu que o aglomerado de estrelas descoberto por Philippe Loys de Chéseaux era na verdade parte de uma nebulosa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;6.&amp;nbsp;Em seu catálogo, Messier catalogou sua descoberta como o 16&amp;nbsp;º&amp;nbsp;objeto.&amp;nbsp;Não é de admirar, hoje a Nebulosa da Águia também é conhecida como Messier 16 ou M16.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;7.&amp;nbsp;Há algum outro nome da nebulosa da águia.&amp;nbsp;Eles são: &quot;The Spire&quot; e &quot;Star Queen Nebula&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;8.&amp;nbsp;No que diz respeito à idade da Nebulosa da Águia, os cientistas acreditam que é um pouco mais velha que 5,5 milhões de anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;9.&amp;nbsp;A Nebulosa da Águia é assim chamada porque se parece muito com uma águia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;10.&amp;nbsp;Basicamente, Nebulosa da Águia é o nome dado à nebulosa de emissão chamada IC 4703 e o aglomerado de estrelas a ela associado.&amp;nbsp;Então, IC 4703 + Cluster de Estrelas = Nebulosa da Águia.Fatos da Nebulosa da Águia&lt;/p&gt;&lt;p&gt;11.&amp;nbsp;A distância do IC 4703 do nosso planeta&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://factslegend.org/50-interesting-earth-facts/&quot;&gt;Terra&lt;/a&gt;&amp;nbsp;é de 7.000 anos-luz.&amp;nbsp;É a região ativa de formação de estrelas da Nebulosa da Águia.&amp;nbsp;O Star Cluster associado ao IC 4703 é conhecido pelo nome NGC 6611.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;12.&amp;nbsp;Ficando confuso?&amp;nbsp;Não há necessidade de ficar confuso.&amp;nbsp;Lembre-se disto: IC 4703 (nebulosa de emissão) + NGC 6611 (aglomerado de estrelas aberto associado) = Nebulosa de Eagle.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;13.&amp;nbsp;Quão grande é a nebulosa da águia?&amp;nbsp;Não muito.&amp;nbsp;Astronomicamente falando, é muito pequeno.&amp;nbsp;Ele se estende por uma área de 70 anos-luz por 55 anos-luz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;14.&amp;nbsp;O IC 4703 (geralmente usado para se referir à Nebulosa da Águia) é composto de nuvens de gás ionizado que emitem raios UV.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;15.&amp;nbsp;Estima-se que o cluster de estrelas abertas ou o NGC 6611 possua 8.100 estrelas.&amp;nbsp;A estrela mais brilhante neste cluster é conhecida como HD 168076.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;16.&amp;nbsp;O HD 168076 é basicamente um sistema estelar binário em que a estrela principal é O3.5V e a estrela companheira é O7.5V.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;17.&amp;nbsp;O HD 168076 é extremamente brilhante com magnitude aparente de +8,24.&amp;nbsp;Isso o torna visível com um par de bons binóculos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;18.&amp;nbsp;O HD 168076 é muito maior que o nosso Sol e tem uma massa estimada em 80 massas solares.&amp;nbsp;Também é 1 milhão de vezes mais luminoso que o nosso próprio&amp;nbsp;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://factslegend.org/20-facts-sun/&quot;&gt;Sol&lt;/a&gt;&amp;nbsp;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;19.&amp;nbsp;O aglomerado de estrelas NGC 6611 foi o que Philippe Loys de Chéseaux realmente descobriu.&amp;nbsp;A idade de NGC 6611 é estimada em 5,5 milhões de anos, enquanto a própria nebulosa é estimada em ser um pouco mais velha que isso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;20.&amp;nbsp;A magnitude aparente de toda a nebulosa é +6,4.&amp;nbsp;É por isso que um telescópio de baixa potência é suficiente para detectar a Nebulosa da Águia.&lt;/p&gt;</description>
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<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 00:02:57 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Site com mapa do céu</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/517/site-com-mapa-do-ceu?show=876#a876</link>
<description>&lt;p&gt;Bom dia,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;existem na internet muitos websites com mapas celestes, dos quais gostaria de destacar:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://staratlas.com/&quot;&gt;https://staratlas.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.heavens-above.com/&quot;&gt;https://www.heavens-above.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.calsky.com/&quot;&gt;https://www.calsky.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://in-the-sky.org/charts.php&quot;&gt;https://in-the-sky.org/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.skyandtelescope.com/interactive-sky-chart/&quot;&gt;https://www.skyandtelescope.com/interactive-sky-chart/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.stelvision.com/en/sky-map/&quot;&gt;https://www.stelvision.com/en/sky-map/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.timeanddate.com/astronomy/night/&quot;&gt;https://www.timeanddate.com/astronomy/night/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.google.com/sky/&quot;&gt;https://www.google.com/sky/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Tue, 07 Jan 2020 10:16:16 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Buraco negro</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/772/buraco-negro?show=779#a779</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esparguetificação e fuga a atração gravitacional de um buraco negro são coisas que dependem da distancia a que se esta do buraco negro (e da massa deste).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Esparguetificação acontece em situações onde o campo gravitacional e' não apenas muito forte, mas com grandes variações de um ponto para o outro (na direcção radial do objecto responsável pela gravidade). Acontece porque, no caso de um hipotético astronauta a mergulhar de cabeça&amp;nbsp;num buraco negro, por exemplo, a força da gravidade na cabeça e' muito mais forte do que nos pés do sujeito, o que força o nosso astronauta a &quot;esticar&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Evitar Esparguetificação e' então apenas uma questão de evitar a area em redor do buraco negro onde o campo gravitacional e' suficientemente forte para o efeito ocorrer (depende da massa do buraco negro). Não e' uma questão de velocidade, ja que a gravidade exercida pelo buraco negro e' independente da velocidade do objecto que se aproxima dele.&lt;/p&gt;&lt;hr&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O proprio acto the &quot;ultrapassar&quot; o buraco negro depende da distancia a que estamos dele. Se substituíssemos instantaneamente o Sol por um buraco negro da mesma massa, gravitacionalmente não notaríamos qualquer diferença. Haveriam algumas complicações, como o facto de 8 minutos mais tarde deixarmos de ter luz, mas em termos de &lt;em&gt;gravidade&lt;/em&gt;&amp;nbsp;todo o Sistema Solar continuaria como se fosse ainda o Sol que estivesse no sitio. Contudo, se se aproximamos demasiado de um buraco negro, corremos o risco de cair no horizonte de eventos. Esta e' &quot;fronteira&quot;, que depende também da massa do buraco negro, para alem da qual a luz não pode escapar a gravidade do buraco negro porque a velocidade requerida para isso (velocidade de escape) e' superior a velocidade da luz (mais ou menos 300 000 km/s).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como nada pode viajar mais rápido que a luz, para la de um horizonte de eventos nada pode escapar a um buraco negro.&lt;/p&gt;</description>
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<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 08:44:18 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Qual ocular para um refrator de objetiva 300mm?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/759/qual-ocular-para-um-refrator-de-objetiva-300mm?show=761#a761</link>
<description>&lt;p&gt;Boa noite,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agradeço a sua pergunta. Mas preciso de saber melhor qual é a sua ideia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1.Aparentemente está a falar de uma lente de 300 mm de distância focal, f/10, pelo que teria 30 mm de diâmetro.&lt;br&gt;2. Refere-se a uma objectiva fotográfica, que iria usar para fazer esse refractor, ou a uma lente comprada&amp;nbsp; só vidro e célula, requerendo adaptação mecânica? E essa lente é &lt;em&gt;mesmo&lt;/em&gt; apocromática?&lt;br&gt;3. Pelo que vejo, não quer usar a lente como objectiva formando imagem directamente sobre o CCD da câmara. Quer usar uma ocular e depois aproximar dessa ocular a objectiva da câmara (provavelmente uma 18 mm~55mm ). Esse é o sistema de telefotografia &lt;em&gt;afocal&lt;/em&gt;. É essa a sua ideia? E os 77 mm correspondem ao diâmetro da rosca-filtro. Correcto?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro preciso que me confirme (ou rectifique) os pressupostos acima.&lt;br&gt;GA&lt;/p&gt;</description>
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<pubDate>Fri, 27 Sep 2019 20:13:37 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Quais as melhores oculares para observar planetas?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/721/quais-as-melhores-oculares-para-observar-planetas?show=734#a734</link>
<description>&lt;p&gt;Bom, esse telescópio tem a razão &amp;nbsp;focal f/6. No mínimo, convém que as oculares sejam Plossl de boa qualidade. Por regra, para a observação &amp;nbsp;dos planetas convém que as oculares não tenham demasiados elementos ópticos, mas isso só resulta em oculares de campo aparente estreito &amp;lt;35&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;. É certo que os planetas ocupam uma pequena parcela do campo da ocular, mas como os telescópios possuem montagem altazimutal,&amp;nbsp;e este modelo não&amp;nbsp;é motorizado, a observação&amp;nbsp;torna-se pouco prática. O que acontece é que,&amp;nbsp;se o campo da ocular for estreito,&amp;nbsp;o planeta foge depressa do campo, o que exige constantes retoques de pontaria. Como a observação de planetas exige amplificações consideráveis, o problema agudiza-se.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado as oculares de fórmula simples &amp;nbsp;(poucos elementos) têm pupila de saída demasiado próxima nas versões de distância focal curta, necessárias para bem observar os planetas (f=5,5 mm para obter 220x).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Portanto, ou se usa uma boa Barlow, evitando oculares que exijam encostar o olho, ou tem de se optar por oculares elaboradas, com pupila de saída afastada. No primeiro caso servem bem as boas plossl com barlows de bom nível. No segundo caso, cada ocular é mais cara. No caso da Lua, o campo extenso tem vantagem &amp;nbsp;também porque a Lua enche o campo com amplificações moderadas a altas. E porque se vê mais Lua para igual amplificação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;À parte o campo estreito (48o a 55o), é difícil bater em relação &amp;nbsp;preço-qualidade as boas ortoscópicas, mas estas têm pupilas de saída muito perto da última lente. Um bom compromisso qualidade-preço são as plossl da Televue, com campos de 50o. Muito melhor do que isso, com campo amplo e a trabalhar bem em f/6, implica duplicar, triplicar ou até quadruplicar o preço por cada ocular.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/721/quais-as-melhores-oculares-para-observar-planetas?show=734#a734</guid>
<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 16:58:18 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Porque razão os planetas gasosos têm maior velocidade de rotação do que os restantes?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/226/porque-razao-planetas-gasosos-velocidade-rotacao-restantes?show=715#a715</link>
<description>a resposta que colocaram ali é uma tremenda besteira, a respostsa é outra....</description>
<category>Sistema Solar</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/226/porque-razao-planetas-gasosos-velocidade-rotacao-restantes?show=715#a715</guid>
<pubDate>Fri, 09 Aug 2019 08:32:59 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Luneta Caseira</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/684/luneta-caseira?show=693#a693</link>
<description>&lt;p&gt;Olá, &amp;nbsp;Danielson,&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Uma lente assim, trabalhando a f/26,7 dá boas imagens,a não ser que a sua qualidade seja má, ou se a lente estiver inclinada.&lt;br&gt;A sua objectiva é plano-convexa ou é menisco-convexa? A primeira forma é bem melhor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2. A lente tem de ficar perpendicular ao eixo do tubo. Três graus de inclinação &amp;nbsp;estragam tudo &amp;nbsp;e mesmo grau e meio já piora um pouco. Certifique-se &amp;nbsp;de que a frente do tubo está bem cortada na perpendicular ao eixo do tubo e lime até ficar certo. Assente o tubo, em pé sobre a extremidade da frente, em cima de uma mesa; use um esquadro grande, com um dos catetos assente na mesa e o outro na vertical, cuidando para que este outro cateto fique paralelo ao tubo; verifique em toda a &amp;nbsp;volta do tubo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3. Apoie a lente num aro interior, colado ou aparafusado por dentro, junto &amp;nbsp;à extremidade da frente do tubo. Ajuste esse apoio de modo que fique equidistante da frente em toda a volta. Uma objectiva torta estraga tudo...&lt;br&gt;&lt;br&gt;4. Do mesmo modo, o tubo da ocular deverá &amp;nbsp;estar bem centrado e com o seu eixo coincidente com o eixo do tubo porta-ocular. Verifique se esse tubo da ocular não fica inclinado en relação &amp;nbsp;ao eixo do tubo principal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;5. Só para dar uma ideia das expectativas: com 28x já dá para &lt;em&gt;identificar &lt;/em&gt;um anel em volta de Saturno (vê-se globalmente um só anel); vê-se Júpiter como um disco bem distinto com 15x, e com 30x identificam-se já duas faixas equatoriais; as maiores crateras lunares, nas fases de quadratura, são visíveis com 20x e melhoram com maiores amplificações. Com 50x a 80x isto fica bem melhor. Porém, não exagere. Com 50 mm de abertura, e lente simples, não convém ultrapassar 100x. Para além disto, as imagens ficam, difusas, escuras e com pouca nitidez.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 1965, mais ano menos ano, fiz uma luneta assim, com objectiva de uma dioptria (f=1000 mm), plano-convexa, encomendada num oculista; a ocular era feita com duas lentes pequenas, de visores de máquinas fotográficas antigas. Com 60x era bom; com 100x não era mau de todo...Mas a primeira lente-objectiva era má e fui trocá-la ao oculista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;6. &amp;nbsp;Um tubo tão comprido tende a oscilar facilmente, por isso arranje uma boa montagem de suporte para esse tubo. &amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Boa realização.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
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<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 20:10:51 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: É possivel terraformar a lua titan e outras luas do sistema solar</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/667/possivel-terraformar-lua-titan-outras-luas-do-sistema-solar?show=673#a673</link>
<description>&lt;p&gt;Prezado Gabriel,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Titan, com aceleração em queda livre à&amp;nbsp;superfície de 1,352 m/s&lt;sup&gt;2 &lt;/sup&gt;será uma candidata difícil&amp;nbsp;para&amp;nbsp;esse requisito.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.google.com/search?q=titan+surface+gravity&amp;amp;ie=utf-8&amp;amp;oe=utf-8&amp;amp;client=firefox-b&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.google.com/search?q=titan+surface+gravity&amp;amp;ie=utf-8&amp;amp;oe=utf-8&amp;amp;client=firefox-b&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muito pior que a Lua (com g=1,62 m/s&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por exemplo, uma pessoa de massa 80 kg, que na Terra pesa 784,5 N, na Lua pesará 129,6 N e em Titan apenas 108,2 N. Não é possível fixar atmosfera nessas condições. Só&amp;nbsp;em&amp;nbsp;bolhas ou espaços fechados, mas isso já não é terraformação, propriamente dita.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um pequeno&amp;nbsp;video informativo sobre aceleração em queda livre e campo gravítico:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://www.khanacademy.org/science/physics/one-dimensional-motion/kinematic-formulas/v/viewing-g-as-the-value-of-earth-s-gravitational-field-near-the-surface&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.khanacademy.org/science/physics/one-dimensional-motion/kinematic-formulas/v/viewing-g-as-the-value-of-earth-s-gravitational-field-near-the-surface&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Sistema Solar</category>
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<pubDate>Wed, 15 May 2019 11:48:38 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Ocular Plossl Toya</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/665/ocular-plossl-toya?show=669#a669</link>
<description>&lt;p&gt;Boa tarde,&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não &amp;nbsp;conheço as lojas no Brasil. Uma luneta f/20 funciona bem com qualquer ocular, indepentemente de sua &quot;fórmula óptica&quot; desde que essa ocular seja bem construída. &lt;strong&gt;Nessa forma de uso, &lt;/strong&gt;a Huygens apenas tem só um problema: o seu campo aparente é estreito, da ordem dos 35 a 40&amp;nbsp;graus...&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ocular com lentes de plástico actualmente é muito raro e só encontra mesmo na gama mais baixa de telescópios &amp;nbsp;brinquedo. O tubo dessa ocular é de metal &amp;nbsp;cromado ou é de plástico preto? No segundo caso, não compre &amp;nbsp;E o preço é um bom guia. Se for a preço da chuva, fuja dessa ocular !&lt;br&gt;&lt;br&gt;GA&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Sun, 12 May 2019 16:08:32 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Ocular Caseira ou Comprada?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/654/ocular-caseira-ou-comprada?show=660#a660</link>
<description>&lt;p&gt;Caro Danielson&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode fazer uma luneta de iniciação com essa lente de 1 dioptria (f=1000 mm) e 50 mm de diâmetro (f/20). Não se esqueça de pintar o tubo de preto muito baço. Como não chega lá com nenhum pincel, ponha um pouco de tinta a mais e vá rolando o tubo, de modo que a tinta se vai espalhando por gravidade. E convém colar pelo menos um &lt;em&gt;baffle &lt;/em&gt;(um anel à medida do interior do tubo), com furo central de cerca de 40 mm de diâmetro, situado a cerca de metade do comprimento do tubo. Para o manter no local pode entalá-lo entre dois aros de madeira, empurrando com um ponteiro até ao local desejado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje não se justifica mais fazer oculares. Para manter as despesas no mínimo, se tiver um microscópio, pode usar a ocular dele na luneta. Se a ocular de microscópio tiver a marcação 10x significa que tem 250/10=25 mm de distância focal e dará, nessa sua luneta, 100/25=40 x de amplificação (há quem chame de aumento). Uma ocular de microscópio de 15x tem&amp;nbsp; 16,7 mm de distância focal e dará cerca de 60x na luneta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode usar essa ocular que refere, mas custará mais do que a lente objectiva. Imagino que essa objectiva seja uma lente plano-convexa, comprada num oculista. Se for esse o caso, vira a parte plana para o lado da ocular, para obter os melhores resultados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um a ocular Plossl dará bons resultados nessa luneta, mas tem campo aparente de 50º.&amp;nbsp; Mas&amp;nbsp; é mais barata do que a Celestron wide angle.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para&amp;nbsp; conseguir alguma comodidade nas observações terá de suportar o tubo numa montagem suficientemente rígida e de movimentos suaves. Já tem montagem?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para que as imagens sejam razoavelmente nítidas, não exagere na amplificação. Mais de 80x , nessa objectiva, é demasiado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja mais informações sobre telescópios na minha página web:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Sat, 27 Apr 2019 21:45:15 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como ver Jupiter?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/652/como-ver-jupiter?show=653#a653</link>
<description>&lt;p&gt;Boa noite, Marianna,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agradeço a sua pergunta. Todos os telescópíos (a não ser que sejam muito pequenos, muito menores do que o seu) têm um &quot;buscador&quot;. E o que é um buscador? É um telescópio-miniatura, suportado por um ou dois anéis, que fica por cima do tubo do telescópio principal. Em regra, os buscadores têm 15 a 22 cm de comprimento e a sua lente objectiva pode ter de 24 mm a cerca de 50&amp;nbsp; mm de diâmetro.&lt;br&gt;O tubo do buscador tem um ou dois anéis em volta, com pequenos parafusos (em geral três por anel) que se manuseiam sem necessidade de ferramentas e que, correctamente utilizados permitem alinhar o buscador em relação ao telescópio principal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O melhor é treinar de dia. Coloque no porta-oculares a sua ocular de menor amplificação (a que tem gravado um número maior de milímetros, por exemplo 25 mm). Ponha-se do lado traseiro do tubo, ou seja, do lado do espelho grande. Espreite tangencialmente ao tubo, como se fosse dar um tiro e aponte o tubo na direcção de um objecto afastado, que seja fácil de reconhecer (uma antena de televisão, o sino de uma igreja, o alto de uma torre, o topo de um pára-raios, etc). Pare o tubo, imobilize-o, e vá espreitar na ocular. Com os manípulos de movimentos lentos (que estão em geral ma ponta de cabos flexíveis e pretos, com grandes botões na pontas). Procure centrar o objecto no campo visual do telescópio (se estiver uma pessoa a apontar o tubo e a outra a espreitar pela ocular fica mais fácil). Quando tiver o objecto centrado, vá agora olhar no buscador. Verá uma cruz desenhada por dois fios. Manuseie os parafusos no (ou nos anéis) em volta do buscador, de modo a levar o objecto para o ponto de cruzamento dos dois fios. Note que para apertar um dos parafusos terá de desapertar levemente um ou dois dos restantes, para o tubo do buscador ter espaço de manobra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Feito isto, ponha a ocular de mais amplificação (por exemplo a que diz 9 mm, ou 7 mm e refine o ajuste no buscador, sem mexer no telescópio. Está pronto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;À noite comece por experimentar apontar para a Lua e depois para Júpiter. Se o seu telescópio tiver 900 mm de distância focal, como costumam ter esses modelos, uma ocular de 25 mm dará a amplificação de 36x. A de 15 mm dará 60x. E a de 9mm permitirá obter 100x. Comece por ver Júpiter com 36 x. Verá uma &quot;bolinha rodeada por quatro pontinhos brilhantes&amp;nbsp; à sua volta: são as luas galileanas, Io , Europa, Ganimedes e Calisto. Depois pode ir para amplificações maiores...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Boas observações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;A minha página WEB:&lt;br&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color:white&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
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<pubDate>Fri, 19 Apr 2019 21:37:02 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Livros de Astronomia no Brasil</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/641/livros-de-astronomia-no-brasil?show=650#a650</link>
<description>&lt;p&gt;Boa noite, Paulo Almeida,&lt;br&gt;&lt;br&gt;Agradeço a sua mensagem. &amp;nbsp;Para se enquadrar na temática do &quot;Astronomia Q&amp;amp;A&quot;, consideraremos que se trata de uma pergunta sobre como encontrar livros de Astronomia.&lt;br&gt;Todos os livros que refere podem ser obtidos a partir do website www.astrofoto.com.pt &amp;nbsp;e pelo contacto de e-mail astrofotoportugal@gmail.com.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O livro &quot;Introdução à Astronomia e às Observações Astronómicas&quot; está esgotado e já nem sequer há exemplares da sétima edição. Todos os outros podem ser obtidos a partir do contacto que referi (Sr. Raimundo Ferreira). Para conhecer detalhes, resumos e conteúdos destes livros pode aceder ao website da Editora:&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/AUTHORSHOW/861&amp;amp;maid=292&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/AUTHORSHOW/861&amp;amp;maid=292&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/SEARCHBOOKS/861&amp;amp;sType=AUTHORID&amp;amp;maid=292&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/SEARCHBOOKS/861&amp;amp;sType=AUTHORID&amp;amp;maid=292&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;No entanto, é mais prático pela Astrofoto. Porém, no Brasil, tanto quanto sei, cobram taxas adicionais sobre o preço dos livros, que com essas taxas acabam saindo por preços muito acima do que se pratica em Portugal. Pode sempre encomendar, é claro , mas essas taxas são fogo. Se &amp;nbsp;algum familiar seu vier a Portugal, resulta muito mais barato comprar cá e levar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para mais detalhes, por favor me mande mensagem privada através deste mesmo fórum.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Abraço&lt;br&gt;&lt;br&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;span style=&quot;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size:12.0pt; mso-ansi-language:PT; mso-bidi-language:AR-SA; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language:PT&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color:white&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Diversos</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/641/livros-de-astronomia-no-brasil?show=650#a650</guid>
<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 23:38:44 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Distância do observável e expansão do universo</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/566/distancia-do-observavel-e-expansao-do-universo?show=604#a604</link>
<description>Essa é uma questão curiosa. Para fazermos contas sobre a expansão do Universo estamos naturalmente a assumir que a velocidade da luz obedece a um dos grandes pilares da teoria da relatividade. Que é constante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De facto, se a velocidade da luz variar no espaço ou no tempo, as conclusões poderiam ser diferentes, mas de momento há fortes constrangimentos observacionis e experimentais para a variação da luz (ou da constante de estrutura fina) no passado. A expansão do Universo ainda é a interpretação mais simples para explicar os dados cosmológicos e que ao mesmo tempo tem feito previsões sobre física de partículas que se verificaram correctas.</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/566/distancia-do-observavel-e-expansao-do-universo?show=604#a604</guid>
<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 17:36:20 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: O Universo expandiu-se ou expande-se mais velozmente que a luz?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/580/o-universo-expandiu-se-ou-expande-se-mais-velozmente-que-luz?show=603#a603</link>
<description>Aqui há duas questões importantes que importa separar. Uma é a questão da velocidade da luz e outra, da localização do Big Bang. Vamos discutir a primeira. De facto o Universo deve ter-se expandido de uma forma exponencial de forma que o espaço entre dois pontos cresceu mais rápido do que a luz pode viajar, ou seja, esses dois pontos deixaram de poder trocar informação. Isto descreve sumariamente a ideia de inflação. Não há nada de bizarro aí. O que a teoria da relatividade restrita diz, é que não pode haver troca de informação mais rápido do que a luz. Esta ideia de inflação primordial é invocada para explicar porque dois pontos muito afastados no Universo têm propriedades físicas muito próximas sem nunca poder terem comparado notas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De momento só podemos receber informação de pontos do Universo com distâcia de nós D = c x (idade do Universo). É um pouco menos do que isso porque até 380 mil anos depois do Big Bang, o Universo era opaco (= a luz não podia viajar muito longe). Em princípio, se esperarmos tempo suficiente, este horizonte vai-se tornando cada vez maior e poderíamos ver todo o Universo. O problema é que o Universo está em expansão acelerada o que significa que na verdade as galáxias estão cada vez a ficar mais para além do nosso horizonte e no futuro a única galáxia que poderemos ver é a nossa própria galáxia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora quanto ao segundo ponto. O Big Bang (ou Criação, como chamou) não tem uma localização. Ao contrário do que se costuma dizer, o Big Bang não é uma explosão. O espaço expande-se em todo o lado. Se o Universo for infinito, não faz sentido falar do centro do Universo.</description>
<category>Cosmologia</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/580/o-universo-expandiu-se-ou-expande-se-mais-velozmente-que-luz?show=603#a603</guid>
<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 17:22:23 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Luz pode orbitar um buraco negro?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/588/luz-pode-orbitar-um-buraco-negro?show=602#a602</link>
<description>Sim, a luz pode aproximar-se de tal forma de um buraco negro que fica de certa forma aprisionada em sua órbita devido à atracção gravitacional, ou dito de outra forma, devido à curvatura do espaço-tempo. A distância é exactamente r = 3GM/c^2 ou 1.5 vezes o raio de Schwarzschield. À superfície à volta do buraco negro que tem este raio chama-se, esfera do fotão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma discussão clara sobre esta tema neste site&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.universetoday.com/110682/can-light-orbit-a-black-hole/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.universetoday.com/110682/can-light-orbit-a-black-hole/&lt;/a&gt;</description>
<category>Astrofísica</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/588/luz-pode-orbitar-um-buraco-negro?show=602#a602</guid>
<pubDate>Sat, 27 Oct 2018 15:07:45 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Acabei de ver uma lua vermelha!</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/595/acabei-de-ver-uma-lua-vermelha?show=596#a596</link>
<description>&lt;p&gt;Boa noite,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode concretizar melhor a sua pergunta?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A última Lua-cheia ocorreu no dia 25 de Setembro;às 03:32, hora legal, conforme&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A luz vinda de qualquer astro, junto ao&amp;nbsp; ao horizonte, tem de atravessar a atmosfera terrestre obliquamente, pelo que a camada de ar, atravessada dessa forma, tem mais de 20 vezes a altura da atmosfera.&amp;nbsp; Num astro no zénite, é que a espessura de ar atravessada pala luz corresponde à espessura (ou altura, se quisermos assim chamar) da atmosfera.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a luz atravessa uma camada espessa de ar, difunde-se muito mais a luz de menor comprimento de onda. Por isso, a luz vermelha (de &lt;em&gt;maior &lt;/em&gt;comprimento de onda, no visível , por ser a menos difundida é a mais perceptível, pois a luz roxa, azul e verde, mais difundidas, espalham-se em várias direcções e não atingem o observador. À medida que a Lua se vai elevando, a sua&amp;nbsp; cor &lt;em&gt;aparente &lt;/em&gt;deixa de ser avermelhada, passa a laranja, depois amarela; e com a Lua mais alta, a sua luz é branca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mesmo se observa com o nascimento e ocaso do Sol.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há três dias atrás (data em que colocou a sua pergunta), ou seja, a 30 de Setembro, já tinha passado a fase de Lua-cheia há cinco dias. Ou seja, a Lua que viu em 30 de Setembro, apesar de &quot;quase redonda&quot; já estava quase na segunda giba.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 20:52:40 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Qual o raio minimo da nebulosa Retina (IC 4406)?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/560/qual-o-raio-minimo-da-nebulosa-retina-ic-4406?show=589#a589</link>
<description>&lt;p&gt;Boa noite,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode obter a resposta &lt;em&gt;numérica &lt;/em&gt;aqui: &lt;a href=&quot;https://pt.wikipedia.org/wiki/IC_4406&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://pt.wikipedia.org/wiki/IC_4406&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Note que, sabendo a distância e a dimensão &lt;em&gt;aparente &lt;/em&gt;(angular) de um objecto é fácil obter a dimensão linear. Ou pode-se obter qualquer uma destas três grandezas em função das outras duas. Vamos demonstrar como se pode fazer.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considere- se um objecto qualquer, planeta, galáxia, nebulosa... cujo diâmetro aparente é&amp;nbsp;ß, expresso em minutos de arco (podia ser em graus ou em segundos de arco, mas em minutos de arco está na ordem de grandeza desejada para a maioria dos casos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro converte-se essa medida angular de minutos de arco para radianos (rad). Ora, 1 rad = 57,296º e 1º=60'. Portanto, um minuto de arco ( 1') vale&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1/(57,296x60) rad = 1/3437,76 rad=0,000290887 rad.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida linear &lt;em&gt;s&lt;/em&gt; do diâmetro do objecto obtém-se multiplicando a distância &lt;em&gt;d&lt;/em&gt; , a que ele se encontra,&amp;nbsp; pela correspondente medida angular com que o vemos, ß , &lt;strong&gt;em radianos&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou seja &lt;em&gt;s&lt;/em&gt; = &lt;em&gt;d&lt;/em&gt; ß&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As unidades em que se exprimem &lt;em&gt;s&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;d &lt;/em&gt;podem ser quaisquer (metros, quilómetros, anos-luz, parsecs), desde que se use &lt;strong&gt;a mesma unidade&lt;/strong&gt; para ambos. No caso presente, o mais prático é usar como unidade o ano-luz.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Querendo meter na equação acima o valor de ß directamente em minutos de arco&lt;/strong&gt;, ficando a equação correcta, basta escrever assim:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;s &lt;/em&gt;= 0,000290887 &lt;em&gt;d&lt;/em&gt; ß&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(o valor de ß fica automaticamente convertido em radianos, evitando contas suplementares).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplo: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma galáxia apresenta-se com o diâmetro aparente (perpendicularmente à linha de visão) sob um ângulo de 2º (2º = 120' ). Sabendo que a galáxia está a 3 000 000 anos-luz (3x10&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt; a.l.), qual será o seu diâmetro linear?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;s &lt;/em&gt;= 0,000290887 &lt;em&gt;d&lt;/em&gt; ß&amp;nbsp; ⇒&amp;nbsp; &lt;em&gt;s&lt;/em&gt; = 0,000290887x 3x10&lt;sup&gt;6&lt;/sup&gt;x120= 107 593 a.l. Note-se que no caso dos objectos difusos, o diâmetro aparente é afectado de muita incerteza, pois não há um limite definido e bem vincado, para as dimensões do objecto. Por isso mesmo, o diâmetro linear vem também impreciso, pelo que — no exemplo acima — seria ridículo insistir no diâmetro de 107 593 a.l., sendo mais sensato afirmar 108 000 a.l., ou mesmo cerca de 100 000 a.l.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a distância é conhecida com uma incerteza muito grande, o diâmetro linear virá também afectado de tal incerteza. Por exemplo, no link acima, para a nebulosa Retina (IC4406), afirma-se «A sua distância à Terra é incerta, entre 1900 e 5000 anos-luz».&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;NOTAS:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O exemplo de cálculo acima indicado pode aplicar-se para Júpiter (relacionando o diâmetro aparente com a&amp;nbsp; distância (sendo neste caso preferível usar como unidade o milhar de quilómetros), ou para qualquer planeta, ou mesmo para uma mancha solar. Ou até mesmo para uma cratera da Lua..&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;background-color:#ffff00&quot;&gt;Mas atenção: e&lt;/span&gt;ste cálculo só vale se (como antes referi)&amp;nbsp; a medida do objecto for&lt;em&gt; perpendicular à linha de visão&lt;/em&gt;. Se o diâmetro linear fizer &lt;u&gt;o ângulo &lt;em&gt;A&lt;/em&gt; com a perpendicular à linha de visão&lt;/u&gt;, a mesma fórmula pode servir &lt;strong&gt;desde que&lt;/strong&gt; o diâmetro aparente ß&amp;nbsp; se divida pelo co-seno de &lt;em&gt;A&lt;/em&gt;. Por outras palavras, onde está ß passa a escrever-se ß/cos A . É claro que se o objecto for esférico a questão não se põe...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Astrofotografia</category>
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<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 16:05:39 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Qual a melhor amplificação para ver certa estrela durante o dia?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/538/qual-melhor-amplificacao-para-ver-certa-estrela-durante-dia?show=539#a539</link>
<description>&lt;p&gt;A questão tem componentes fisiológicas e pessoais que impedem um valor exacto. No entanto, não é necessário imaginar «que é possível apontar um telescópio de forma certeira a uma estrela durante o dia». Já desde há mais de 15 anos que o equipamento amador medianamente avançado, quer na função&amp;nbsp; &lt;em&gt;goto &lt;/em&gt;quer&amp;nbsp; utilizando círculos graduados digitais, permite apontar para uma qualquer estrela desde que conste da base de dados do sistema (que tem milhares de objectos em memória).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo &lt;em&gt;D&lt;/em&gt; a abertura do telescópio, em milímetros, e para mais no caso de uma estrela tão brilhante como &lt;em&gt;Aldebaran&lt;/em&gt;, uma amplificação de &lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/2&amp;nbsp; deverá revelar a estrela. E com uma amplificação &lt;em&gt;D&lt;/em&gt; ... 1,2 &lt;em&gt;D&lt;/em&gt; ainda melhor, mas mais sensível à turbulência diurna. Um abertura de 150 mm (&lt;strong&gt;com um bom e longo pára-luz&lt;/strong&gt;) facilitará as coisas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um bom teste é começar de madrugada, meia hora antes do nascer do Sol,&amp;nbsp; apontar o telescópio (o que ainda pode ser feito manualmente) para uma estrela ainda visível a olho nu e segui-la com motorização, amplificando &lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/2. Escolha-se uma estrela relativamente brilhante e bem alta no céu. A certa altura, a estrela deixará de ser detectável a olho nu e continuará a ser vista no telescópio. Com um ou outro retoque no seguimento, recentre-se a estrela. Entretanto o Sol já nasceu e continue-se a manter a estrela centrada no campo. Se a estrela começar a ser menos perceptível aumente-se a amplificação. Façam-se experiências com diferentes amplificações e com (e sem) filtros amarelos. Veja-se até quando se pode ver a estrela no telescópio. Se houver boa transparência atmosférica e pouca difusão, a estrela nunca se vai perder (insisto que se escolha uma estrela angularmente afastada mais de 45º do Sol).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta experiência dará imensa informação sobre o polinómio &quot;observador, telescópio, atmosfera, amplificações, turbulência, acção de filtros, etc&quot;). Num outro dia, tente-se com uma estrela menos brilhante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Tue, 20 Feb 2018 23:53:40 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Qual a velocidade da influência da Gravidade?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/536/qual-a-velocidade-da-influencia-da-gravidade?show=537#a537</link>
<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:16px&quot;&gt;A gravidade propaga-se à velocidade da luz. No vazio, &lt;em&gt;c&lt;/em&gt; = 299 792, 458 km/s, valor que é frequentemente arredondado para 300 000 km/s.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No caso do sistema Terra-Sol, se o Sol por pura magia desaparecesse, só sentiríamos esse efeito cerca de 500 s depois (8 min 20 s). Desde esse instante, e supondo apenas &amp;nbsp;a Terra e o Sol no raciocínio, a Terra seguiria numa direcção tangente à sua órbita no instante em que chegasse a informação de que o Sol já não existia. E com a velocidade, em valor absoluto, que estava a ter nesse instante.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tempo que a luz demora a percorrer uma unidade astronómica é conhecido, na linguagem astronómica, como &quot;Equação da Luz&quot;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esse assunto foi referido numa questão colocada aqui há tempos no &quot;Astronomia Q&amp;amp;A&quot; **. Fica agora aqui uma resposta complementar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:16px&quot;&gt;________________________&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:16px&quot;&gt;** - &lt;a href=&quot;http://astronomia.galactica.pt/242/magia-desaparecesse-forma-instantanea-efeitos-teria-terra&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://astronomia.galactica.pt/242/magia-desaparecesse-forma-instantanea-efeitos-teria-terra&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Guilherme de Almeida&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Astrofísica</category>
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<pubDate>Fri, 16 Feb 2018 15:36:05 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: O nosso Universo poderá ser o interior de um buraco negro?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/512/o-nosso-universo-podera-ser-o-interior-de-um-buraco-negro?show=535#a535</link>
<description>&lt;p&gt;Esta pergunta &lt;strong&gt;já está respondida&lt;/strong&gt; na resposta a uma outra pergunta semelhante, aqui:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://astronomia.galactica.pt/508/porque-que-nosso-bang-nao-pode-ser-black-hole-outro-universo&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://astronomia.galactica.pt/508/porque-que-nosso-bang-nao-pode-ser-black-hole-outro-universo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Astrofísica</category>
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<pubDate>Fri, 26 Jan 2018 15:43:54 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Por que é que não vemos supernovas na nossa galáxia?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/529/por-que-e-que-nao-vemos-supernovas-na-nossa-galaxia?show=532#a532</link>
<description>&lt;p&gt;As explosões de&amp;nbsp;supernovas podem ocorrer e a sua luz não ser detectada. A nossa galáxia, como todas as galáxias espirais, contém uma grande quantidade de poeira&amp;nbsp;interestelar, que impede a luz de viajar livremente até nós. Por isso, apesar das explosões de supernovas serem excepcionalmente brilhantes, podem não ser observadas se ocorrerem longe ou&amp;nbsp;por trás de regiões de grande densidade de poeiras. Embora isto se verifique com a &lt;em&gt;luz&lt;/em&gt; das supernovas, em particular nos&amp;nbsp;comprimentos de onda em que há&amp;nbsp;uma monitorização relativamente constante do céu, há outra forma de detectar explosões de supernovas que é independente da sua luz, que é usando a detecção de neutrinos. Em teoria uma explosão de supernova é acompanhada da libertação&amp;nbsp;destas partículas, os neutrinos, que têm a propriedade&amp;nbsp;de atravessar quase tudo. Ou seja, se houvesse uma explosão de supernova em qualquer parte da nossa galáxia prevê-se que seriam&amp;nbsp;detectados os neutrinos associados, mas nem isso se tem verificado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Efectivamente há uma falta de explosões de supernovas na nossa galáxia relativamente ao que é estimado através de diversos cálculos, e os&amp;nbsp;motivos para essa discrepância&amp;nbsp;não são conhecidos. Pode acontecer que as estimativas estejam inflacionadas, consequência dos modelos que assumimos para os cálculos terem alguma incorrecção. As estimativas são feitas sobre aquilo que já julgamos saber sobre o funcionamento das estruturas no Universo e sobre a Física que se aplica, e pode haver fenómenos que ainda não descobrimos.&amp;nbsp;No entanto,&amp;nbsp;vários argumentos independentes conduzem aproximadamente à mesma estimativa, o que dá confiança de que não há nenhuma incorrecção grosseira. Também pode haver alguma propriedade da nossa galáxia que ainda não conheçamos que leve a&amp;nbsp;uma menor frequência&amp;nbsp;destes eventos, embora isso não seja muito razoável porque em todos os outros aspectos encontramos paralelos entre a nossa galáxia e outras do mesmo tipo. Outra possível explicação é a de que as estimativas são previsões mas os acontecimentos propriamente ditos obedecem às leis da estatística: por exemplo, apesar da probabilidade de sair coroa quando atiramos uma moeda ao ar ser de 50%, podemos lançar a moeda 20 vezes e sair sempre cara. Ou seja, pode simplesmente&amp;nbsp;ser que precisemos de muito mais tempo (leia-se mais séculos)&amp;nbsp;de observação de supernovas para atingirmos a média que é prevista pela teoria. Actualmente faz-se&amp;nbsp;investigação sobre esta questão, que certamente levará a conclusões fascinantes sobre o funcionamento da nossa galáxia e sobre os mecanismos que originam explosões de supernovas.&lt;/p&gt;</description>
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<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 09:52:04 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Porque é que o nosso Big-Bang não pode ser um Black-Hole de outro Universo?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/508/porque-que-nosso-big-bang-nao-pode-black-hole-outro-universo?show=531#a531</link>
<description>&lt;p&gt;Ha algumas dificuldades no que respeita ao nosso Universo poder ser o interior de um buraco negro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A teoria por trás desta ideia e' a de que a matéria absorvida por um buraco negro poderia, em principio, sair por um objecto semelhante chamado buraco branco (onde nada pode entrar, so sair), ligado ao buraco negro e formando aquilo a que chamamos uma ponte de Einstein-Rosen ou Buraco Minhoca. Uma estrela que colapsasse como buraco negro poderia, neste caso, criar um Universo no outro lado do Buraco Minhoca. Este Universo começaria pequeno, mas poderia eventualmente expandir-se muito um pouco como acontece com o nosso próprio Universo desde o Big-Bang. Quando o Buraco Negro no &quot;nosso lado&quot; desaparecesse, pelo processo de evaporação, os dois Universos separar-se-iam e tornar-se-iam independentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema é que esta teoria necessita da existencia de algo chamado &quot;Materia Exotica&quot;. Este tipo de matéria teria propriedades &quot;malucas&quot; como mover-se na direcção contraria ao esperado se a empurrássemos. Até ao momento, a matéria exotica não passa de um exercício teórico e ainda ninguém a conseguiu observar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro problema é que não resolve a questão de como o Universo se forma. Mesmo que o nosso Universo se tenha formado a partir de um Buraco Negro noutro Universo, de onde veio então esse Universo? Esta ideia pode levar ao problema do numero infinito de Universos o que torna a teoria não verificável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isto tudo assumindo que o nosso entendimento da física e dos buracos negros e evolução do Universo esta correcta claro. Pode acontecer que nos tenha escapado alguma coisa e hajam problemas nas equações que usamos na nossa física.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste momento não podemos dizer que o Universo não surgiu de um buraco negro mas também não podemos afirmar que o fez. Ate termos dados para verificar a validade das previsões de uma teoria, o máximo que podemos fazer é manter as hipóteses em aberto.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se o ingles nao incomodar, o fisico Lee Smolin deu uma Q&amp;amp;A onde este tema é tocado &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.space.com/21335-black-holes-time-universe-creation.html&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
<category>Astrofísica</category>
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<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 16:11:34 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como calcular a massa de ar no Zénite para observação?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/527/como-calcular-a-massa-de-ar-no-zenite-para-observacao?show=528#a528</link>
<description>&lt;p&gt;Muito obrigado pela sua pergunta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A massa de ar, para um astro no zénite, estando o observador ao nível do mar, é igual a 1,00, por definição. Creio que talvez não seja exactamente esse o objectivo da pergunta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se se refere à &lt;em&gt;extinção &lt;/em&gt;de um astro, no zénite, correspondendo a uma redução de brilho (expressa em magnitudes) para um astro no zénite, comparado com o que seria se não houvesse atmosfera, essa extinção vale, em média cerca de 0,30 (ao nível do mar).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outras palavras, se se vê um astro no zénite aparentando a magnitude&lt;em&gt; &lt;/em&gt;aparente &lt;em&gt;m &lt;/em&gt;, se não houvesse atmosfera ele brilharia um pouco mais, com a magnitude aparente&lt;em&gt; m' = m&lt;/em&gt; – 0,30. No entanto, esse coeficiente de extinção varia com a humidade do ar, poeiras em suspensão, altitude do local onde está o observador, comprimento de onda da luz considerada, etc., pelo que o valor indicado não é fixo e se apresenta ligeiramente variável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tenho alguns artigos publicados sobre o tema, que se podem ver aqui:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5 ARTIGOS:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://apaa.co.pt/Rev44/revista_44_FINAL.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://apaa.co.pt/Rev44/revista_44_FINAL.pdf&lt;/a&gt; , páginas 8-11 &lt;strong&gt;e&lt;/strong&gt; 12-16.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://apaa.co.pt/Rev42/REVISTA_42_APAA.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://apaa.co.pt/Rev42/REVISTA_42_APAA.pdf&lt;/a&gt; , páginas 5-9 &lt;strong&gt;e&lt;/strong&gt; 10-14.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://apaa.co.pt/Rev41/revista41_web.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://apaa.co.pt/Rev41/revista41_web.pdf&lt;/a&gt; , páginas 9-11.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uns artigos abordam a massa de ar, outros a extinção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color:white&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/527/como-calcular-a-massa-de-ar-no-zenite-para-observacao?show=528#a528</guid>
<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 15:21:47 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como podemos contar as estrelas visíveis a olho nu?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/218/como-podemos-contar-as-estrelas-visiveis-a-olho-nu?show=515#a515</link>
<description>A questão acima &amp;nbsp;é uma &amp;quot;pergunta&amp;quot; caça-perguntas. Destinou-se a dar a conhecer informação sobre o tema, endereçando-a aos possíveis interessados. Espero que tenha sido útil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/218/como-podemos-contar-as-estrelas-visiveis-a-olho-nu?show=515#a515</guid>
<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 23:00:21 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Onde encontrar artigos sobre astronomia e observações astronómicas em português?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/288/encontrar-astronomia-observacoes-astronomicas-portugues?show=514#a514</link>
<description>Como referi, a questão acima destinou-se a criar condições para transmitir informação sobre o tema. E também a permitir a partilha de informações e de experiências sobre o tema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que tenha sido útil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Diversos</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/288/encontrar-astronomia-observacoes-astronomicas-portugues?show=514#a514</guid>
<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 22:58:03 +0000</pubDate>
</item>
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<title>Respondida: O movimento de uma turbina/hélice faria uma nave se movimentar no vácuo do espaço?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/511/movimento-turbina-helice-faria-nave-movimentar-vacuo-espaco?show=513#a513</link>
<description>&lt;p&gt;Agradeço a sua pergunta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a hélice( a ou turbina) apenas roda, &lt;em&gt;sem ejecção de matéria&lt;/em&gt;, não haverá propulsão (aquilo a que no Brasil se chama &quot;empuxo&quot;). A hélice (ou a turbina) trabalharia em vão&lt;sup&gt;(&lt;strong&gt;NOTA 1&lt;/strong&gt;)&lt;/sup&gt;, com um efeito suplementar: se só houver uma hélice (ou uma só uma turbina) na nave, a estrutura da nave rodaria no sentido inverso da hélice, embora muito mais lentamente do que esta. A relação de velocidades angulares dependerá da relação entre o momento de inércia da nave e do sistema rotativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta tendência para a rotação do sistema que suporta o motor e a hélice não é exclusiva das naves espaciais: os aviões monomotores de hélice precisam de uma ligeira configuração de &lt;em&gt;ailerons &lt;/em&gt;(nas asas), de um lado para cima e do outro lado para baixo, capaz de contrabalançar os efeitos desta rotação contrária; nos aviões bimotores, as hélices rodam em sentidos opostos; nos helicópteros de um só rotor, há uma pequena hélice na ponta da cauda para, pelo seu pequeno efeito propulsor, contrariar a rotação da fuselagem do helicóptero.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;__________________&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;). Este &quot;trabalhar em vão&quot;, ou seja, sem propulsão, deve-se ao facto de, na ausência de ar, ou de outro fluido envolvente, a hélice não poder empurrar o material envolvente; &lt;strong&gt;quando uma hélice se move dentro de um fluido&lt;/strong&gt; (ar, água, por exemplo), ao rodar empurra esse fluido num dado sentido e, por reacção, a hélice e a estrutura onde ela está montada (normalmente a fuselagem do veículo é, &lt;em&gt;por reacção&lt;/em&gt;, empurrada no sentido oposto. Não havendo um fluido envolvente, essa função propulsora não se pode realizar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Astronáutica</category>
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<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 22:23:50 +0000</pubDate>
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<title>Asteróide 2012 TC4 poderá embater num satélite?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/505/asteroide-2012-tc4-podera-embater-num-satelite</link>
<description>&lt;p&gt;De acordo com as notícias, o asteróide&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(51, 51, 51); font-family:guardian text egyptian web,georgia,serif&quot;&gt;2012 TC4 irá passar a &quot;rasar&quot; a Terra a uma altitude que operam a maioria dos nossos satélites artificiais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(51, 51, 51); font-family:guardian text egyptian web,georgia,serif&quot;&gt;Existe alguma possibilidade de um embate entre o asteróide e algum satélite? E se sim, é possivel que a trajectória do asteróide seja alterada de forma a entrar na atmosfera terrestre ou até mesmo embater na Terra?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Astrofísica</category>
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<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 09:48:01 +0000</pubDate>
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<title>Como é que a EEI viaja à volta da Terra?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/501/como-e-que-a-eei-viaja-a-volta-da-terra</link>
<description>Como é que a EEI viaja à volta da Terra? Ou seja, como é que a Estação tem tanta &amp;quot;energia&amp;quot; para viajar tão rápido à volta da Terra e porque é que ela não cai de volta ao planeta?</description>
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<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 11:10:12 +0000</pubDate>
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<title>O binóculo está descolimado?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/497/o-binoculo-esta-descolimado</link>
<description>Existe algum teste simples para perceber se um binóculo está descolimado?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estivermos numa loja comercial com alguns modelos, como testar a colimação?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado</description>
<category>Binóculos</category>
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<pubDate>Thu, 09 Mar 2017 14:27:53 +0000</pubDate>
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<title>Os meus binóculos  estão a duplicar o planeta Vénus.</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/486/os-meus-binoculos-estao-a-duplicar-o-planeta-venus</link>
<description>&lt;p&gt;Ontem ao final do dia resolvi mais uma vez observar Vénus. Usei o meu novo binóculo &lt;strong&gt;15x70&lt;/strong&gt; e fiquei muito contente, porque finalmente consegui ver o planeta como um unha , claro, com algum brilho por baixo, mas mesmo assim, fiquei satisfeito. Usei tripé.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por curiosidade , resolvi pegar nos meus antigos ( em perfeito estado e completamente novos, sou muito cuidadoso e sempre os usei com todo o cuidado) &lt;strong&gt;10x50&lt;/strong&gt; para perceber a diferença. A surpresa foi enorme, já que de imediato percebi que havia alguma coisa de errado com o binóculo: vejo uma forma com luz mas logo a seguir a imagem começa a separar-se ( a mover-se mesmo) &amp;nbsp;e fica em dois. Fico a olhar para dois planetas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Descanso um pouco, aponto o binóculo , vejo o planeta e depois separa-se e ficam dois...??!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não toco no binóculo há algum tempo , mas não acredito que tenham alterado a focagem, mas...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A distância interpupilar parece-me bem... o que se estárá a passar?&lt;/p&gt;</description>
<category>Binóculos</category>
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<pubDate>Wed, 08 Mar 2017 10:40:02 +0000</pubDate>
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<title>Existe alguma dica ou técnica para focar binóculo facilmente na observação de planetas?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/482/existe-alguma-tecnica-binoculo-facilmente-observacao-planetas</link>
<description>Volto à carga : tentativa de observar Vénus ...com algum sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já aqui há tempos perguntei &amp;nbsp;a melhor forma de observar Vénus. Obtive uma resposta cabal do Guilherme de Almeida que me elucidou totalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas minhas observações sempre usei um bonóculo 10x50 , mas recentemente fiz um upgrave e investi nuns 15x70. Ontem, ao final da tarde Vénus estava a poente e brilhava como um candeeiro no céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resolvi tentar ver alguma coisa . Como de costume o espigão de luz quase não me permite ver nada. Depois de alguma aturada focagem, lá consigo ver umas formas, mas confesso que começo a ficar algo cansado ( vou sustendo a respiração) e depois já não tenho a certeza de estar a focar bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, se o tempo estiver bom, vou usar o tripé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que queria perguntar , era isto : existe alguma forma fácil de perceber se estamos a focar bem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É que de dia , é relativamente fácil, apontamos o binóculo para um letreiro, ou uma casa e pronto, as formas ficam perceptiveis e sabemos de imediato que está focado. Mas à noite...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já uma vez me falaram que devia usar as estrelas , que devem aparecer como pontinhos nitidos, mas mesmo assim, é tão dificil...tenho sempre dúvidas se está bem focado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguma dica?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito obrigado.</description>
<category>Binóculos</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/482/existe-alguma-tecnica-binoculo-facilmente-observacao-planetas</guid>
<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 10:17:50 +0000</pubDate>
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<title>Como descobrir o dia certo que acontece o Periélio e o Afélio sem o uso de instrumentos eletrônicos ou calendários?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/478/descobrir-perielio-instrumentos-eletronicos-calendarios</link>
<description>Se eu precisasse descobrir o dia certo em que acontece o Periélio e o Afélio sem ajuda de calendários, relógios, satélites ou qualquer outro instrumento eletrônico, somente a partir de observações? como eu poderia fazer essa constatação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha localização é America do Sul, mais precisamente na Argentina.</description>
<category>Sistema Solar</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/478/descobrir-perielio-instrumentos-eletronicos-calendarios</guid>
<pubDate>Tue, 07 Feb 2017 18:30:36 +0000</pubDate>
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<title>Como é que ao detectar as ondas gravitacionais como ocorreu em 2015, os cientistas descobriram a fonte?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/476/detectar-gravitacionais-ocorreu-cientistas-descobriram</link>
<description></description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/476/detectar-gravitacionais-ocorreu-cientistas-descobriram</guid>
<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 10:34:26 +0000</pubDate>
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