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<title>Astronomia Q&amp;A - Perguntas e respostas recentes em Observações Astronómicas</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/qa/observa%C3%A7%C3%B5es-astron%C3%B3micas</link>
<description>Powered by Question2Answer</description>
<item>
<title>Respondida: Qual a distância média entre as galáxias?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/575/qual-a-distancia-media-entre-as-galaxias?show=1184#a1184</link>
<description>Boa noite,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para distâncias &amp;quot;pequenas&amp;quot;, a dinâmica local mascara, sobrepõe-se de forma dominante e até contraria a expansão de Hubble. Para efeitos cosmológicos, cinco milhões de anos-luz é uma distância pequena... A galáxia de Andrómeda (a aprox. 2, 3 milhões de anos-luz) aproxima-se da Via Láctea, porque a velocidade de recessão para estas distâncias é muito inferior às velocidades da dinâmica de interacção num mesmo grupo de galáxias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As galáxias distribuem-se em grupos (enxames), os enxames estão mais afastados uns dos outros do que as galáxias de um mesmo enxame. E por sua vez os enxames de galáxias estruturam-se em superenxames de galáxias e estes formam megaestruturas ainda muito maiores. &amp;nbsp;Por isso mesmo há variados níveis de distâncias entre galáxias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentro de um mesmo grupo, por exemplo, o Grupo Local, a que pertence a Via Láctea, a galáxia de Andrómeda e várias outras, num total de cerca de 40 galáxias, a distância média (entre galáxias) é, grosso modo, de cerca de 20 diâmetros galácticos. Se imaginar cada galáxia representada por um disco DVD (12 cm de diâmetro), a distância média entre galáxias vizinhas, dentro do mesmo grupo, nessa mesma escala, andaria por volta de&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;20x12 cm=240 cm=2,40 m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/575/qual-a-distancia-media-entre-as-galaxias?show=1184#a1184</guid>
<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 22:29:50 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Catalogar uma Estrela</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1017/catalogar-uma-estrela?show=1059#a1059</link>
<description>&lt;p&gt;Olá Jordan,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;se hipoteticamente descobrisse uma nova estrela, que actualmente é praticamente impossível porque o céu é varrido constantemente por milhares de potentíssimos telescópios, a sua nomenclatura teria de ser aprovada pela União Astronómica Internacional. Esta, é uma é uma sociedade científica cujos membros individuais são astrónomos profissionais de diversos países e são eles que, entre outras matérias, regulam a nomenclatura oficial das estrelas (e muitos outros objectos estelares).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Poderá obter mais informações sobre a nomenclatura das estrelas e outros corpos celestes nesta ligação &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;/www.iau.org/public/themes/naming_stars/&quot;&gt;https://www.iau.org/public/themes/naming_stars/&lt;/a&gt; e nesta &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://en.wikipedia.org/wiki/Astronomical_naming_conventions/&quot;&gt;https://en.wikipedia.org/wiki/Astronomical_naming_conventions/&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(ambas em inglês)&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1017/catalogar-uma-estrela?show=1059#a1059</guid>
<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 08:38:36 +0000</pubDate>
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<item>
<title>Respondida: Existe alguma forma de facilitar o acompanhamento dos astros numa montagem dobson??</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1019/existe-alguma-facilitar-acompanhamento-astros-montagem-dobson?show=1057#a1057</link>
<description>Olá José,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a própria Sky-Watcher tem kits de upgrade para motorização do seu telescópio (&lt;a href=&quot;https://skywatcheraustralia.com.au/product/dobsonian-upgrade-kits-for-goto-2/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://skywatcheraustralia.com.au/product/dobsonian-upgrade-kits-for-goto-2/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto penso que ficaria mais bem servido se optasse por adquirir uma montagem equatorial, mas ficará certamente mais caro.</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1019/existe-alguma-facilitar-acompanhamento-astros-montagem-dobson?show=1057#a1057</guid>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 13:49:49 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Site com mapa do céu</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/517/site-com-mapa-do-ceu?show=876#a876</link>
<description>&lt;p&gt;Bom dia,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;existem na internet muitos websites com mapas celestes, dos quais gostaria de destacar:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://staratlas.com/&quot;&gt;https://staratlas.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.heavens-above.com/&quot;&gt;https://www.heavens-above.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.calsky.com/&quot;&gt;https://www.calsky.com/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://in-the-sky.org/charts.php&quot;&gt;https://in-the-sky.org/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.skyandtelescope.com/interactive-sky-chart/&quot;&gt;https://www.skyandtelescope.com/interactive-sky-chart/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.stelvision.com/en/sky-map/&quot;&gt;https://www.stelvision.com/en/sky-map/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.timeanddate.com/astronomy/night/&quot;&gt;https://www.timeanddate.com/astronomy/night/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.google.com/sky/&quot;&gt;https://www.google.com/sky/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/517/site-com-mapa-do-ceu?show=876#a876</guid>
<pubDate>Tue, 07 Jan 2020 10:16:16 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Acabei de ver uma lua vermelha!</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/595/acabei-de-ver-uma-lua-vermelha?show=596#a596</link>
<description>&lt;p&gt;Boa noite,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode concretizar melhor a sua pergunta?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A última Lua-cheia ocorreu no dia 25 de Setembro;às 03:32, hora legal, conforme&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A luz vinda de qualquer astro, junto ao&amp;nbsp; ao horizonte, tem de atravessar a atmosfera terrestre obliquamente, pelo que a camada de ar, atravessada dessa forma, tem mais de 20 vezes a altura da atmosfera.&amp;nbsp; Num astro no zénite, é que a espessura de ar atravessada pala luz corresponde à espessura (ou altura, se quisermos assim chamar) da atmosfera.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a luz atravessa uma camada espessa de ar, difunde-se muito mais a luz de menor comprimento de onda. Por isso, a luz vermelha (de &lt;em&gt;maior &lt;/em&gt;comprimento de onda, no visível , por ser a menos difundida é a mais perceptível, pois a luz roxa, azul e verde, mais difundidas, espalham-se em várias direcções e não atingem o observador. À medida que a Lua se vai elevando, a sua&amp;nbsp; cor &lt;em&gt;aparente &lt;/em&gt;deixa de ser avermelhada, passa a laranja, depois amarela; e com a Lua mais alta, a sua luz é branca.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mesmo se observa com o nascimento e ocaso do Sol.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há três dias atrás (data em que colocou a sua pergunta), ou seja, a 30 de Setembro, já tinha passado a fase de Lua-cheia há cinco dias. Ou seja, a Lua que viu em 30 de Setembro, apesar de &quot;quase redonda&quot; já estava quase na segunda giba.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/595/acabei-de-ver-uma-lua-vermelha?show=596#a596</guid>
<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 20:52:40 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Qual a melhor amplificação para ver certa estrela durante o dia?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/538/qual-melhor-amplificacao-para-ver-certa-estrela-durante-dia?show=539#a539</link>
<description>&lt;p&gt;A questão tem componentes fisiológicas e pessoais que impedem um valor exacto. No entanto, não é necessário imaginar «que é possível apontar um telescópio de forma certeira a uma estrela durante o dia». Já desde há mais de 15 anos que o equipamento amador medianamente avançado, quer na função&amp;nbsp; &lt;em&gt;goto &lt;/em&gt;quer&amp;nbsp; utilizando círculos graduados digitais, permite apontar para uma qualquer estrela desde que conste da base de dados do sistema (que tem milhares de objectos em memória).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo &lt;em&gt;D&lt;/em&gt; a abertura do telescópio, em milímetros, e para mais no caso de uma estrela tão brilhante como &lt;em&gt;Aldebaran&lt;/em&gt;, uma amplificação de &lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/2&amp;nbsp; deverá revelar a estrela. E com uma amplificação &lt;em&gt;D&lt;/em&gt; ... 1,2 &lt;em&gt;D&lt;/em&gt; ainda melhor, mas mais sensível à turbulência diurna. Um abertura de 150 mm (&lt;strong&gt;com um bom e longo pára-luz&lt;/strong&gt;) facilitará as coisas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um bom teste é começar de madrugada, meia hora antes do nascer do Sol,&amp;nbsp; apontar o telescópio (o que ainda pode ser feito manualmente) para uma estrela ainda visível a olho nu e segui-la com motorização, amplificando &lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/2. Escolha-se uma estrela relativamente brilhante e bem alta no céu. A certa altura, a estrela deixará de ser detectável a olho nu e continuará a ser vista no telescópio. Com um ou outro retoque no seguimento, recentre-se a estrela. Entretanto o Sol já nasceu e continue-se a manter a estrela centrada no campo. Se a estrela começar a ser menos perceptível aumente-se a amplificação. Façam-se experiências com diferentes amplificações e com (e sem) filtros amarelos. Veja-se até quando se pode ver a estrela no telescópio. Se houver boa transparência atmosférica e pouca difusão, a estrela nunca se vai perder (insisto que se escolha uma estrela angularmente afastada mais de 45º do Sol).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta experiência dará imensa informação sobre o polinómio &quot;observador, telescópio, atmosfera, amplificações, turbulência, acção de filtros, etc&quot;). Num outro dia, tente-se com uma estrela menos brilhante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Tue, 20 Feb 2018 23:53:40 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como calcular a massa de ar no Zénite para observação?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/527/como-calcular-a-massa-de-ar-no-zenite-para-observacao?show=528#a528</link>
<description>&lt;p&gt;Muito obrigado pela sua pergunta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A massa de ar, para um astro no zénite, estando o observador ao nível do mar, é igual a 1,00, por definição. Creio que talvez não seja exactamente esse o objectivo da pergunta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se se refere à &lt;em&gt;extinção &lt;/em&gt;de um astro, no zénite, correspondendo a uma redução de brilho (expressa em magnitudes) para um astro no zénite, comparado com o que seria se não houvesse atmosfera, essa extinção vale, em média cerca de 0,30 (ao nível do mar).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outras palavras, se se vê um astro no zénite aparentando a magnitude&lt;em&gt; &lt;/em&gt;aparente &lt;em&gt;m &lt;/em&gt;, se não houvesse atmosfera ele brilharia um pouco mais, com a magnitude aparente&lt;em&gt; m' = m&lt;/em&gt; – 0,30. No entanto, esse coeficiente de extinção varia com a humidade do ar, poeiras em suspensão, altitude do local onde está o observador, comprimento de onda da luz considerada, etc., pelo que o valor indicado não é fixo e se apresenta ligeiramente variável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tenho alguns artigos publicados sobre o tema, que se podem ver aqui:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5 ARTIGOS:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://apaa.co.pt/Rev44/revista_44_FINAL.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://apaa.co.pt/Rev44/revista_44_FINAL.pdf&lt;/a&gt; , páginas 8-11 &lt;strong&gt;e&lt;/strong&gt; 12-16.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://apaa.co.pt/Rev42/REVISTA_42_APAA.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://apaa.co.pt/Rev42/REVISTA_42_APAA.pdf&lt;/a&gt; , páginas 5-9 &lt;strong&gt;e&lt;/strong&gt; 10-14.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://apaa.co.pt/Rev41/revista41_web.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://apaa.co.pt/Rev41/revista41_web.pdf&lt;/a&gt; , páginas 9-11.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uns artigos abordam a massa de ar, outros a extinção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color:white&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/527/como-calcular-a-massa-de-ar-no-zenite-para-observacao?show=528#a528</guid>
<pubDate>Fri, 19 Jan 2018 15:21:47 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Como podemos contar as estrelas visíveis a olho nu?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/218/como-podemos-contar-as-estrelas-visiveis-a-olho-nu?show=515#a515</link>
<description>A questão acima &amp;nbsp;é uma &amp;quot;pergunta&amp;quot; caça-perguntas. Destinou-se a dar a conhecer informação sobre o tema, endereçando-a aos possíveis interessados. Espero que tenha sido útil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 23:00:21 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Para onde é o Norte, no céu e nos mapas celestes?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/222/para-onde-e-o-norte-no-ceu-e-nos-mapas-celestes?show=485#a485</link>
<description>Esta abordagem (acima) complementa e desenvolve&lt;br /&gt;
a explicação do norte magnético e do &amp;nbsp;norte verdadeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevi-a para &amp;nbsp;ilustrar o conceito das direcções no céu, &amp;nbsp;e nos mapas celestes, &lt;br /&gt;
o que nem sempre é intuitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 22:20:43 +0000</pubDate>
</item>
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<title>Respondida: Como é que ao detectar as ondas gravitacionais como ocorreu em 2015, os cientistas descobriram a fonte?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/476/detectar-gravitacionais-ocorreu-cientistas-descobriram?show=477#a477</link>
<description>A frequência do sinal e a variação da sua amplitude com o tempo têm o cunho de um processo muito específico. Neste caso dois buracos negros com cerca de 30 massas solares que se fundiram num só.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma maneira que tendo nós dois ouvidos nos permite identificar a direcção e distância a uma fonte de som, também a existência de dois interferómetros nos permite estimar a distância e a direcção no céu dos buracos negros que emitiram esta onda gravitacional. Isso é feito medindo o atraso de recepção do sinal entre os dois interferómetros que estão separados de 3000km.</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/476/detectar-gravitacionais-ocorreu-cientistas-descobriram?show=477#a477</guid>
<pubDate>Wed, 01 Feb 2017 10:05:03 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Onde podemos ter uma vista do céu boa, aqui no Brasil, para se olhar os astros?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/411/onde-podemos-ter-uma-vista-ceu-aqui-brasil-para-olhar-astros?show=412#a412</link>
<description>De modo geral os melhores locais são aqueles longe da poluição luminosa. Alguns locais merecem destaque: no planalto central perto de Brasilia temos céus bem escuros e límpidos porem apenas nos meses de inverno. Nas montanhas de Minas Gerais próximo ao Pico dos Dias , nas montanhas do Rio de Janeiro, próximo a Nova Friburgo. Os estados no nordeste também apresentam boas condições com clima seco e poucas nuvens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos vários clubes e associações espalhados por todo território. O ideal é contactar um grupo desses e participar de suas atividades onde são frequentes as saídas para observar .</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Mon, 30 May 2016 14:11:52 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Super 'Blood Moon' Lunar Eclipse 2015</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/315/super-blood-moon-lunar-eclipse-2015?show=317#a317</link>
<description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;SuperMoon &lt;/em&gt;(Super-Lua) é um termo utilizado para designar uma Lua que por estar mais próxima se vê, &lt;em&gt;aparentemente&lt;/em&gt;, com tamanho maior. Um pouco maior, mas nada de assustador. Devido à forma elíptica da órbita da Lua em torno da Terra, a Lua passa por uma posição mais próxima da Terra (o &lt;em&gt;perigeu&lt;/em&gt;) e por outra mais afastada (a &lt;em&gt;apogeu&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a fase de Lua-cheia ocorre no &lt;em&gt;perigeu &lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;ou próximo do perigeu&lt;/span&gt;, diz-se que é uma super-Lua. Tecnicamente, o critério para uma super-Lua exige que a distância a que ela está da Terra, na fase cheia, seja &lt;em&gt;inferior &lt;/em&gt;a 110% da distância no perigeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se ocorre uma segunda vez Lua-cheia no mesmo mês (independentemente das distâncias) diz-se que é uma &lt;em&gt;Blue Moon&lt;/em&gt; (Lua azul, termo apenas &lt;em&gt;tradicional&lt;/em&gt;, sem nada a ver com a cor da Lua).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto à cor de sangue, ela&amp;nbsp; tem outra explicação. Se pensarmos bem, na fase da totalidade, a Lua &lt;em&gt;eclipsada &lt;/em&gt;(que é necessariamente na fase de Lua-cheia) não se deveria ver, pois está toda na sombra da Terra. Porque se vê então? Porque a luz solar atravessa a atmosfera da Terra, passando pelo anel de atmosfera terrestre&amp;nbsp; contido aproximadamente num plano que passa pelo centro da Terra e é perpendicular a um segmento que ligasse a Terra à Lua. A atmosfera terrestre serve de filtro, e a luz solar, ao travessá-la refracta-se (desvia-se ligeiramente, no sentido do segmento que liga a Terra a Lua), essa luz chega à Lua,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ora, a travessia muito oblíqua da luz na atmosfera terrestre é uma longa travessia, por ser luz quase na horizontal, nas regiões de atravessamento. Por isso ocorre difusão da luz, tornando essa luz alaranjada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A luz, assim iluminada, embora fracamente é visível de forma ténue e subtil, mas numa tonalidade avermelhada. A este efeito associa-se a eventual presença de fumos de incêndios florestais e partículas resultantes de vulcânicas,&amp;nbsp; que tornam o ar menos transparente. Por isso, a cor com que se vê a Lua-cheia totalmente eclipsada pode variar do alaranjada, avermelhado, cinzento ou até mesmo cinzento muito escuro, tornando a Lua eclipsada quase invisível, devido a invulgar opacidade atmosférica em certas ocasiões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existe até uma escala de cores da Lua-cheia eclipsada,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;a Escala de Danjon: &lt;a href=&quot;https://es.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Danjon&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://es.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Danjon&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color:#FFFF00&quot;&gt;A resposta correspondeu às suas expectativas? Se correspondeu, dê-lhe o seu voto.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.platanoeditora.pt/?q=N%2FSEARCHBOOKS%2F92&amp;amp;searchKeys=Guilherme+de+Almeida&amp;amp;ano=&amp;amp;sType=AUTHOR&quot;&gt;http://www.platanoeditora.pt/?q=N%2FSEARCHBOOKS%2F92&amp;amp;searchKeys=Guilherme+de+Almeida&amp;amp;ano=&amp;amp;sType=AUTHOR&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/315/super-blood-moon-lunar-eclipse-2015?show=317#a317</guid>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2015 17:50:51 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Fotografias da Lua</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/275/fotografias-da-lua?show=276#a276</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;É possível, sem qualquer sombra de dúvida.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Para introdução, e porque vou usar seguidamente essa palavra, dá-se o nome de &lt;em&gt;terminador &lt;/em&gt;à linha que separa a luz da sombra na superfície da Lua (ou de um qualquer planeta). Ou seja, à linha que passa pelos locais da superfície da Lua em que o Sol está a nascer (na Lua crescente, da Lua-nova à Lua-cheia, sem considerar estes extremos) ou à linha que une os pontos da superfície lunar em que o Sol se está a pôr (no caso da Lua minguante, ou seja, da Lua-cheia&amp;nbsp; à Lua-nova, sem considerar estes extremos). Nos casos extremos não nos apercebemos do terminador.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Na fase da Lua em primeira falcada:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;(A primeira falcada é a fase lunar intermédia entre a Lua-nova e o quarto-crescente, quando a &quot;largura&quot; vale 1/4 da &quot;altura&quot;)&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;O terminador é um arco de elipse.&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;O terminador é bem recortado, onde se evidenciam (ao telescópio) crateras que projectam sombras longas, pois nos locais do terminador o Sol está a nascer.&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;O terminador, visto a olho nu, muda pouco num intervalo de meia hora.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Na Lua eclipsada parcialmente pela sombra da Terra, com aparência que (&lt;span style=&quot;color:#A52A2A&quot;&gt;para quem não esteja atento&lt;/span&gt;), se possa parecer com uma primeira falcada, ou seja, pouco depois da totalidade do eclipse lunar:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;O &quot;falso terminador&quot; (na realidade é o contorno da sombra da Terra projectado na Lua) é sempre um arco de circunferência. Em vez de &quot;falso terminador&quot; diremos, a partir deste momento, contorno da sombra da Terra.&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;O contorno da sombra da Terra é difuso, pois o Sol não é uma fonte luminosa pontual; ao telescópio,&amp;nbsp; as crateras lunares no contorno da sombra da Terra não projectam sombras longas porque o que estamos a ver é, na realidade, parte de uma Lua-cheia.&lt;/li&gt;&lt;li style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;A parte da Lua coberta pela sombra da Terra muda bastante num intervalo de meia hora.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;NOTAS FINAIS: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#006400&quot;&gt;A — Realço que o contorno da sombra da Terra sobre a Lua é &lt;em&gt;sempre &lt;/em&gt;circular. Mas o terminador lunar &lt;em&gt;muda de forma&lt;/em&gt;: é uma circunferência na Lua cheia; é um arco de elipse de excentricidade variável nas fases da Lua intermédias; e degenera num segmento de recta, de comprimento igual ao diâmetro lunar, nas duas fases de quadratura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#006400&quot;&gt;B — Quando o terminador lunar se apresenta como elipse, vemos apenas um arco, correspondente a metade da elipse, ficando a outra metade a passar pela face oculta da Lua. O eixo maior desta elipse é sempre alinhado na direcção perpendicular ao plano da eclíptica&lt;/span&gt;. O terminador apresenta-se como uma circunferência coincidente com o limbo (contorno) da Lua na fase de Lua -cheia.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&amp;nbsp;O acima referido&amp;nbsp; &quot;&lt;em&gt;sem considerar estes extremos&lt;/em&gt;&quot; tem a ver com o referido em &quot;A&quot;.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&amp;nbsp;Penso ter respondido plenamente à sua pergunta.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.wook.pt/product/searchidautores/autor_id/5235/fsel/8066&quot;&gt;http://www.wook.pt/product/searchidautores/autor_id/5235/fsel/8066&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/275/fotografias-da-lua?show=276#a276</guid>
<pubDate>Fri, 10 Apr 2015 16:55:05 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Como observar Vénus com binóculos.</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/269/como-observar-venus-com-binoculos?show=270#a270</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O tamanho aparente de Vénus, visto da Terra, varia entre 10 segundos de arco (10&quot;) e 64&quot;. Isso depende, naturalmente das posições de Vénus e da Terra nas suas órbitas, no&amp;nbsp; momento em que se faz a observação.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Só terá sucesso a observar a fases de Vénus, com um binóculo, se for pouco antes da conjunção inferior ou pouco depois da conjunção inferior. O &quot;pouco&quot; significa aqui dumas duas semanas. E na conjunção inferior&amp;nbsp; inferior Vénus passa entre a Terra e o Sol, não sendo visível e é aqí que estará mais perto da Terra. Não sendo visível na conjunção inferior, é por isso que digo pouco antes (o planeta é visto como &quot;estrela da tarde&quot;) ou então pouco depois (o planeta a aparecer como estrela da manhã).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fora destas ocasiões favoráveis, o tamanho aparente de Vénus é demasiado pequeno para apreciar num binóculo há luz a mais e a gora quase redonda também não facilita.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Escolha por isso uma ocasião em que o planeta esteja muito brilhante, &lt;em&gt;enquanto estrela da tarde&lt;/em&gt; e verá que, de dia para dia o planeta estará cada vez mais baixo quando o Sol se põe e começa o crepúsculo vespertino Acompanhe-o aí, tarde a tarde, e veja as variações: Vénus aparecerá como uma pequena unha cortada num corta-unhas (relativamente pequeno visto no binóculo, mas mesmo assim inconfundível e espectacular), e cada vez maior&amp;nbsp; (e a &quot;unha mais fininha&quot;) tarde a tarde, até que o seu ocaso será muito perto do ocaso solar e deixará de ver o planeta. Comece a observar de cada vez que o Sol &lt;em&gt;já se pôs e o céu esteja azul -escuro, de modo a poder detectar o planeta no céu &lt;/em&gt;a olho nu. Nessa fase de &quot;unha fininha&quot;, além de ter diâmetro aparente muito maior, é também menos brilhante, o que facilita as observações, evitando o excesso de luz.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há que persistir e acompanhar estas variações, sempre fascinantes.&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;NB--Enquanto &quot;estrela da manhã&quot;, quando&amp;nbsp; detectar Vénus terá de ser baixo (&amp;lt;20º)&amp;nbsp; em relação ao horizonte pouco antes do Sol nascer, para que o seu tamanho aparente seja grande. Depois disso, cada vez se verá mais alto, em relação ao Sol, e cada vez menor por se estar a afastar.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Tue, 17 Mar 2015 18:08:50 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Porque razão parece haver menos entusiastas das observações astronómicas?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/200/porque-razao-parece-entusiastas-observacoes-astronomicas?show=229#a229</link>
<description>Esta pode ser a situação em Portugal. No Brasil, a partir de 2000, e de forma consistente, ano após ano, o mercado de equipamentos de astronomia vem se expandindo, e é um ótimo indicador do interesse geral das pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número de listas de e-mail e grupos em redes sociais que tratam de astronomia também só cresce.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, quando se fala de observação sistemática do céu, coisa de observar pra AAVSO, ICQ, IOTA e etc, isso é pra entusiasta mesmo. Não vejo aumentar, mas também não vejo cair.</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 15:10:16 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Sabem o que é a Lua das Colheitas?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/217/sabem-o-que-e-a-lua-das-colheitas?show=220#a220</link>
<description>&lt;p&gt;
	Penso que se trata da primeira Lua Cheia do equinócio de outono. O meu avô ainda hoje fala na Lua das Colheitas, bem como noutras sabedorias populares relacionadas com o céu nocturno: as três meninas, a estrada de santiago e, claro, aqueles velhos versos que metem orionte, as pleiades e &quot;questões do coração&quot; todas à mistura:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
	&quot;Sete estrelas vão a pino e o cajado vai de volta,&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
	As raparigas não me querem porque eu tenho a...&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	E por ai fora :-)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Penso que há muita informação interessante a tirar das nossas tradições, especialmente da chamada sabedoria popular.&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 17:29:49 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Como observar as Perseidas?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/190/como-observar-as-perseidas?show=191#a191</link>
<description>Os binóculos são para deixar de lado, devido à natureza imprevisível de onde cada meteoro possa ocorrer. Mas podem fazer uma boa companhia enquanto esperamos, para irmos olhando à volta arriscando não ver uma ou outra estrela cadente...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo começou com um cometa (Swift-Tuttle) que passou. O Sol aqueceu-lhe a superfície, e ele libertou gelos e poeiras, ou pedacitos maiores de rocha, que ficaram a vaguear &amp;quot;invisíveis&amp;quot; no espaço. Todos os anos a Terra na sua órbita normal interseta esta região de detritos cometários, e eles entram na nossa atmosfera a velocidades que os incineram devido à fricção com o ar, produzindo assim os meteoros, ou &amp;quot;estrelas cadentes&amp;quot;. Sendo o movimento da Terra o maior responsável pela &amp;quot;apanha do meteoroide&amp;quot;, estes parecem &amp;quot;chuver&amp;quot; sempre da mesma zona do céu: o lado este da constelação de Perseus. A esta zona chama-se o radiante da chuva de estrelas, que costuma originar o nome à própria chuva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, a dica essencial para a observação de chuvas de strelas é: &amp;quot;olhar para cima, quando o radiante está a nascer atrás do horizonte&amp;quot;. Na maior parte dos casos isto traduz-se em &amp;quot;início da madrugada (hora local)&amp;quot;.&lt;br /&gt;
A Lua, chata, costuma tornar o céu claro, e por vezes mais claro que a maioria das ténues estrelinhas cadentes... Por causa disso, pode-se preferir procurar meteoros no céu antes da Lua nascer! Infelizmente neste caso, também não há muita margem de manobra para isto, pois a Lua está do mesmo lado que Perseus..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posto isto, podemos antecipar um pouco, para antes da meia-noite, a altura que estamos a admirar o céu na esperança de sermos interrompidos por algo espectacular, digno de um desejo. Mas vindo os meteoros da constelação de perseus que ainda não terá nascido, as ocorrências provenientes desta chuva serão mais frequentes na direcção nordeste do nosso céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, as Perseidas não são tão conhecidas pela quantidade de estrelinhas cadentes, como são pela &amp;quot;qualidade&amp;quot; delas! Espera-se que haja algumas &amp;quot;bolas de fogo&amp;quot; mais &amp;quot;vistosas&amp;quot;, que possam superar o brilho do céu iluinado pela Lua! Ou seja, se tivermos mais paciência e esperança, podemos investir em ficar acordados mais tempo, olhando o céu mais tarde (primeiras horas da madrugada), com Perseus a aparecer no horizonte e Lua também, mas em que eventualmente poderá passar algum pedaço ardente maiorzinho!&lt;br /&gt;
Dado que as chuvas não ocorrem só numa noite, todo o período de 11 a 14 de Agosto (ou mesmo fora desse período) pode ser usado para olhar para o céu! Quanto mais tarde a data, menor e mais tarde teremos Lua no céu. É bom imaginar que a Lua estará cada vez mais afastada do perigeu ;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resistentes de uma noite inteira de chuva de estrelas serão recompensados por todos os esforços com o nascer da constelação de Orionte pelas 4:00 da manhã, e Vénus pelas 5:00!</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Tue, 12 Aug 2014 16:31:22 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Existe algum encontro ou workshop para Astrónomos iniciados em Portimão?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/106/existe-algum-encontro-workshop-astronomos-iniciados-portimao?show=107#a107</link>
<description>&lt;p&gt;
	De facto, não há encontros habituais em Portimão. Mas não será difícil obter respostas para as suas legítimas perguntas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Para obter as informações que pretende (e muitas outras) pode consultar esta referência:&lt;/p&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;Almeida, Guilherme de —&quot;&lt;strong&gt;Telescópios&lt;/strong&gt;&quot;,&amp;nbsp; Plátano Editora, Lisboa, 2004.&lt;br&gt;
	&lt;strong&gt;ISBN:&lt;/strong&gt; 978-972-770-233-6&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;Referência e sinopse&amp;nbsp; em: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	Í&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;NDICE INTEGRAL: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;INTRODUÇÃO INTEGRAL: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;REVIEW: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://astrosurf.com/re/telescopios_recensao.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/telescopios_recensao.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;APRESENTAÇÃO: &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;
	Além disso, pode também concretizar as suas dúvidas colocando-as aqui no &quot;&lt;strong&gt;ASTRONOMIA Q&amp;amp;A&lt;/strong&gt;&quot; expressamente como perguntas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Boas observações&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Guiliherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/106/existe-algum-encontro-workshop-astronomos-iniciados-portimao?show=107#a107</guid>
<pubDate>Thu, 31 Oct 2013 19:14:39 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Existem meteoros ou asteroides encontrados por portugueses? Quais?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/75/existem-meteoros-asteroides-encontrados-portugueses-quais?show=81#a81</link>
<description>&lt;p&gt;
	Quanto a meteroros, eles não são baptizados com nome e são efémeros. Registam-se no momento mas não ficam para voltar a ser vistos. Mas há pelo menos dois portugueses que todos as noites fazem registos de meteoros:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
	&lt;li&gt;
		Carlos Saraiva: &lt;a href=&quot;http://www.astrosurf.com/saraiva/&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.astrosurf.com/saraiva/&lt;/a&gt; (ver videos de meteoros neste website)&lt;/li&gt;
	&lt;li&gt;
		Rui Gonçalves: &lt;a href=&quot;http://www.aif.estt.ipt.pt/Docentes/PAGINA_METEOR/meteoros.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.aif.estt.ipt.pt/Docentes/PAGINA_METEOR/meteoros.htm&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;
	Mas no total há mais, considerando também os que o fazem menos regularmente, como se pode ver aqui:&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.aif.estt.ipt.pt/Docentes/PAGINA_METEOR/estobsnac.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.aif.estt.ipt.pt/Docentes/PAGINA_METEOR/estobsnac.htm&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	O português Alfredo Pereira já descobriu pelo menos 4 novas, e aqui está a notícia de uma delas: &lt;a href=&quot;http://www.aif.estt.ipt.pt/Docentes/PAGINA_METEOR/meteoros.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.aif.estt.ipt.pt/Docentes/PAGINA_METEOR/meteoros.htm&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	E outra:&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.skyandtelescope.com/observing/objects/projects/3305671.html?showAll=y&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.skyandtelescope.com/observing/objects/projects/3305671.html?showAll=y&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	E mais (8.º parágrafo): &lt;a href=&quot;http://www.aavso.org/nova-hunters-handbook&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.aavso.org/nova-hunters-handbook&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	E dez referências aqui:&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.ngdir.ir/sitelinks/kids/html/en-astronomy-concepts_8_Nova%20838%20Herculis.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.ngdir.ir/sitelinks/kids/html/en-astronomy-concepts_8_Nova%20838%20Herculis.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Como se pode ver, os Portugueses estão bem cotados neste campo.&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/75/existem-meteoros-asteroides-encontrados-portugueses-quais?show=81#a81</guid>
<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 22:03:58 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Quais as melhores zonas de Portugal para observar os céus?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/33/quais-as-melhores-zonas-de-portugal-para-observar-os-ceus?show=67#a67</link>
<description>Genaricamente, o Alentejo e Trás-os-Montes são os melhores locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ilhas não são locais particularmente bons para observação astronómica. No caso dos Açores é muito frequente a ocorrência de nebulosidade. A Madeira também sofre do mesmo, sendo pior na questão da poluição luminosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No continente o Alentejo oferece grandes extensões pouco urbanizadas, principalmente no interior, e por essa razão com menos poluição luminosa, mas tem a desvantagem da pouca altitude, que torna mais provável a presença de aerossóis no ar que diminuem a transparência. Além da Reserva Dark Sky Alqueva, a zona de Viana do Alentejo, e para leste em direcção a Portel proporciona céus de alta qualidade. A sul de Redondo também já tive boas observações, entre esta vila e Requengos de Monsaraz. Mais para norte na zona de Póvoa e Meadas/Castelo de Vide também oferece bons céus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda no continente, temos algumas zonas da Serra da Estrela, principalmente mais a leste, que aliam a altitude ao bloqueio visual do litoral oferecendo bons locais de observação, e perto de Bragança o Parque Natural de Montesinho também tem bons recantos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o inverno tanto a Serra da Estrela como Montesinho podem estar inacessíveis, mas são locais que em teoria podem oferecer excelentes locais de observação, principalmente se a atmosfera estiver particularmente limpa e seca, devido a chuvas recentes por exemplo, e se existir uma camada de nuvens que bloqueie a poluição luminosa das localidades mais baixas.</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/33/quais-as-melhores-zonas-de-portugal-para-observar-os-ceus?show=67#a67</guid>
<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 16:17:57 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: É possivel a um astrónomo amador visualizar Plutão?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/20/e-possivel-a-um-astronomo-amador-visualizar-plutao?show=35#a35</link>
<description>&lt;p&gt;A propósito do que foi dito na primeira resposta, encontrar M 57 é muito fácil, mesmo usando um telescópio de 100 mm. Abaixo disso, não é muito fácil.&amp;nbsp; Convém usar cerca de 50x para centrar no campo e depois observar com 100x ou mais, para que o anel &quot;abra&quot; e se revele melhor.&amp;nbsp; Aqui a abertura é vantajosa, pois permite captar mais luz.&lt;br&gt;Num telescópio de 200 mm de abertura, além de fácil o anel é &lt;em&gt;evidente&lt;/em&gt;. Ver a estrela central dentro do anel, isso já é outra coisa: exige um telescópio com,pelo menos, 500 mm de abertura, ou perto disso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Note-se que no caso de M57, apontar para lá um telescópio é muito fácil, mas é preciso saber algumas técnicas, fáceis de aprender. E conhecer minimamente o céu para estar à vontade com as constelações (sobretudo aquela em que o objecto referido se encontra, nesse caso a Lira). Ver melhor ou pior depende da poluição luminosa existente no local, da abertura do telescópio e ainda da experiência do observador.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É muito fácil ter a certeza de que estamos a apontar para esse objecto ou não. Não é nada difícil. Na verdade, &lt;em&gt;M57 é um dos objectos do céu profundo mais fáceis de encontrar no céu.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais informação sobre estas técnicas pode ser obtida em:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/18&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial; font-size:small&quot;&gt;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/18&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:arial; font-size:small&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quanto a Plutão&lt;/strong&gt;, tendo um telescópio de abertura suficiente (no mínimo 250 mm de abertura, mas será preferível 300 mm ou maior),&amp;nbsp; a única dificuldade é realmente distingui-lo &lt;em&gt;entre &lt;/em&gt;as imensas estrelas que se vêem no campo visual observado. Tem aparência de estrela e não é perceptível nenhum disco.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só o registo fotográfico, com imagens colhidas com alguns dias de intervalo, comparando-as entre si, permitirá distingui-lo &lt;em&gt;porque muda de posição&lt;/em&gt; em relação às estrelas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Mon, 02 Sep 2013 20:31:57 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: A nova estrela no céu no Golfinho.</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/23/a-nova-estrela-no-ceu-no-golfinho?show=29#a29</link>
<description>&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://astronomia.galactica.pt/?qa=blob&amp;amp;qa_blobid=17467542984588188736&quot; style=&quot;width: 400px; height: 394px; float: right;&quot;&gt;A nova estrela pode ser encontrada seguindo as indicações deste mapa. Aqui podemos ver o chamado Triângulo de Verão.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Nova Delphini está com uma magnitude de +6, que a torna visivel a olho nú apenas em locais com um céu excepcionalmente escuro, mas no entanto será muito mais fácil de a observar com binóculos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	As suas coordenadas são:&amp;nbsp;RA 20h 23m 30.7s, Dec +20° 46' 03&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Mais informações podem ser encontradas em: &lt;a href=&quot;http://www.britastro.org/vss/Nova_Del_2013.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;BAAV&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou &lt;a href=&quot;http://www.aavso.org/whats-store-nova-del-2013&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;AAVSO&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Observações Astronómicas</category>
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<pubDate>Thu, 29 Aug 2013 13:46:26 +0000</pubDate>
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