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<title>Astronomia Q&amp;A - Perguntas e respostas recentes em Telescópios</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/qa/telesc%C3%B3pios-e-acess%C3%B3rios</link>
<description>Powered by Question2Answer</description>
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<title>Respondida: Projeto de telescópio de 210mm. Como começar?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1174/projeto-de-telescopio-de-210mm-como-comecar?show=1181#a1181</link>
<description>Boa tarde,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro clássico &amp;quot;La Construction d'un Télescope d'Amateur&amp;quot;, de Jean Texereau, está online, de acesso grátis, em pdf. Pode ser &amp;quot;baixado&amp;quot; (download) como obra completa ou capítulo a capítulo. Tudo explicado passo a passo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, nos tempos actuais, construir já não é economicanente vantajoso face a comprar feito. Tempo consumido, encontrar materiais e componentes, ferramentas, voltas e percursos de loja em loja, portes, sai mais caro. Para mais, certos produtos, como os carborunduns, normalmente só se vendem em quantidades que no mínimo dariam para fazer 10 a 14 espelhos (1 kg ou mais, de cada granulação). As sobras são grandes e pesam no custo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o livro tem magníficos ensinamentos. Pode encontrá-lo aqui:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.astrosurf.com/texereau&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.astrosurf.com/texereau&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guilherme de Almeida</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1174/projeto-de-telescopio-de-210mm-como-comecar?show=1181#a1181</guid>
<pubDate>Sat, 12 Dec 2020 18:02:10 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Qual a melhor ocular</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1142/qual-a-melhor-ocular?show=1144#a1144</link>
<description>&lt;p&gt;Embora não tenha indicado a relação focal ou a distância focal desse telescópio, nem sequer o preço, o que facilitaria, uma pesquisa rápida revelou que é&amp;nbsp; f/7.87 e f= 1000 mm.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Poderá ser, face ao seu preço, um&amp;nbsp; telescópio satisfatório para muitos utilizadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentro de um preço não proibitivo, as oculares de Plossl (de boa qualidade construtiva) fazem bom serviço. Abaixo de 9 mm de distância focal , estas oculares obrigam a colocar o olho muito perto da pente traseira, o que é desconfortável, pelo que poderá ser vantajoso usar uma lente de Barlow. Ou oculares de&amp;nbsp; pupila de saída afastada (designadas LER, de &lt;em&gt;Long Eye Relief&lt;/em&gt;), que são confortáveis de usar mesmo com distâncias focais muito pequenas. A escolha de oculares deve ter em conta a relação custo/beneficio, pois não quer certamente comprar oculares que custam mais caro do que o telescópio todo (o dobro ou mais...).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;em&gt;melhor&lt;/em&gt; ocular, pode não compensar nesse telescópio. Por exemplo, uma ocular Takahashi LER de f=5 mm custa mais de 200 euros. Compensa? Só o utilizador o dirá. Mas&amp;nbsp; já tem um preço praticamente igual ao do telescópio...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A observação de planetas exige alguma amplificação, mas o abuso dela dará piores imagens. Como critério, 120x é um bom valor de regra geral para um telescópio como o seu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um telescópio de 127 mm de abertura numa linha de custo efectivo, não dará boas imagens planetárias acima de 200x. As 300x poderá ser um argumento de venda. E nem sempre é possível obter boas imagens, mesmo a 200x, se a turbulência atmosférica estiver elevada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em algumas noites (que não são tão poucas como parece), as imagens não se conseguem focar, ondulam, estremecem, parece que tudo está em ebulição. Não ´+e cumpa do telescópio. tente em outra noite. Evite observar planetas que estejam a menos de 40º de altura. Abaixo dos 30º a turbulência é mais&amp;nbsp; alta. O problema é que, nas latitudes de Portugal,&amp;nbsp; Júpiter e Saturno, nestas épocas, não se elevam muito no horizonte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Boas observações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://bit.ly/galmeida&quot;&gt;http://bit.ly/galmeida&lt;/a&gt; (short URL)&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/SEARCHBOOKS/861&amp;amp;sType=AUTHORID&amp;amp;maid=292&quot;&gt;https://www.platanoeditora.pt/?q=N/SEARCHBOOKS/861&amp;amp;sType=AUTHORID&amp;amp;maid=292&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://www.wook.pt/autor/guilherme-de-almeida/5235&quot;&gt;https://www.wook.pt/autor/guilherme-de-almeida/5235&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.bertrand.pt/autores/autor?id=5235&quot;&gt;http://www.bertrand.pt/autores/autor?id=5235&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1142/qual-a-melhor-ocular?show=1144#a1144</guid>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 23:27:47 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Porque tem uma lente na base do focalizador do meu telescópio f/9.3?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1137/porque-tem-uma-lente-na-base-do-focalizador-do-meu-telescopio?show=1143#a1143</link>
<description>&lt;p&gt;Um telescópio de 150 mm de abertura, f/9,3 terá uma distância focal de 150x9,3=1395 mm. Presumo que seja um telescópio de Newton, em versão equatorial ou em versão Dobson,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma longa distância focal do telescópio permite a &lt;em&gt;mesma &lt;/em&gt;amplificação com oculares de &lt;em&gt;maior &lt;/em&gt;distância focal, mais confortáveis de usar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em condições normais, seria de esperar que o comprimento total do tubo desse telescópio tivesse cerca de 1,40 m. Para muitas pessoas, um tubo desse comprimento é pouco manobrável e&amp;nbsp; alguns fabricantes, sabendo disso, procuram criar essa longa distância focal num tubo mais curto. Se medir o comprimento total do tubo do seu telescópio, provavelmente verificará que é bastante mais curto do que, digamos, 1,10 m. É o caso?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que os fabricantes fazem é usar um espelho primário de relação focal mais curta, por exemplo&amp;nbsp; f/6 (o que daria 900 mm de distância focal se D=150 mm), inserindo então uma &lt;em&gt;lente de Barlow&lt;/em&gt;, permanentemente dentro do fundo do porta-oculares. Essa lente de Bqrlow, que é um sistema divergente constituído por duas ou três lentes, alonga a distância focal desde, por exemplo f/6 a f/9,3.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A vantagem consiste em acomodar uma distância focal maior sem necessidade de um tubo muito comprido. A desvantagem é que ess alente não é para desmontar e tem de lá estar sempre para que o telescópio funcione, pois a posição em que as oculares ficam leva em conta esse efeito. E se essa Barlow não for muito boa, reduzirá um pouco a qualidade das imagens observadas. É um sistema óptico divergente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Faça um teste. Tire a ocular, só a ocular, durante o dia. Olhe pelo porta-oculares, com o seu olho afastado e meta a mão dentro do tubo do telescópio, com muito cuidado, sem tocar na aranha nem no espelho secundário. Veja a sua mão através dessa tal lente. Vê que a sua mão aparece muito pequenina? É a tal lente de Barlow integrada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Volte a retirar a mão com cuidado.&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 23:04:17 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Comprei um Telescópio de 60mm, mas falta uma peça</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1044/comprei-um-telescopio-de-60mm-mas-falta-uma-peca?show=1104#a1104</link>
<description>&lt;p&gt;De facto, o telescópio &lt;em&gt;devia &lt;/em&gt;vir completo. O que infelizmente não aconteceu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na maior parte dos refractores não se consegue focar imagem sem esse acessório, pois o focador não sai o suficiente para tal.&lt;br&gt;O acessório que refere pode ser um espelho diagonal ou um prisma diagonal, ambos com saída a 90º da entrada. A medida padrão do diâmetro interno do focador (nos refractores pequenos) é 24,5 mm** e não de 25 mm. Deverá corresponder ao diâmetro externo do barril das oculares. O seu telescópio deve ter vindo com duas ou três oculares...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para pôr o telescópio em serviço, terá de alinhar devidamente o buscador (também chamado &quot;luneta buscadora&quot;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;** &lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;Já é difícil encontrar acessórios de telescópios nessa medida de 24,5 mm. O actual diâmetro padrão mais comum é 31,75 mm (1,25 polegada). Os 24,5 mm correspondem a 0,965 polegada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Boas observações&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;FONT: 10pt arial&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;Endereço para&amp;nbsp;a minha página Internet:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;FONT: 10pt arial&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 17:13:21 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Como posso encontrar discos graduados para orientação por coordenadas em montagem dobleriana (sem motor) ?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1012/encontrar-graduados-orientacao-coordenadas-montagem-dobleriana?show=1097#a1097</link>
<description>&lt;p&gt;Refere-se a círculos graduados mecânicos? Num Dobsoniano (montagem Dobson), os discos teriam de estar graduados em &lt;em&gt;altura &lt;/em&gt;e em &lt;em&gt;azimute&lt;/em&gt;. E teria de nivelar a montagem e de a orientar em azimute. Mas de pouco lhe serviriam essas escalas, que apenas lhe dariam, num dado momento, a altura e o azimute de um astro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou pretende círculos graduados que lhe indiquem como apontar o telescópio para um astro que conste da memória do sistema? E que lhe dêem a saber se já chegou lá e tem o astro no campo de visão do telescópio? Nesse caso serão &lt;strong&gt;círculos graduados digitais&lt;/strong&gt;. vendem-se e kit nas boas lojas de equipamento. Tente na astrofoto ( &lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;www.astrofoto.com.pt&lt;/span&gt;), na Astroshop (&lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;www.astroshop.p&lt;/span&gt;t) ou na Telescope Service (&lt;span style=&quot;color:#3498db&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.teleskop-express.de/shop/advanced_search_result.php?keywords=setting+circles&amp;amp;suchdas=OK&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://www.teleskop-express.de/shop/advanced_search_result.php?keywords=setting+circles&amp;amp;suchdas=OK&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De notar que nem todos são compatíveis com montagens Dobson. Terá de perguntar ao fornecedor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 23:40:07 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Ampliação com foco primario</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/1063/ampliacao-com-foco-primario?show=1092#a1092</link>
<description>&lt;p&gt;Caro José Bento,&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É importante saber se está a referir ampliação em relação a quê.&lt;br&gt;Se é em relação a uma objectiva de 50 mm&amp;nbsp; &lt;strong&gt;reais &lt;/strong&gt;(sem entrar em conta com o factor de 1,6 que certas câmaras têm, em virtude do tamanho do chip), a ampliação é 1200/50=24x.&lt;br&gt;Ou seja, se a imagem de um certo objecto apresenta a dimensão de 2 mm no chip, com a objectiva que lhe está a servir de critério (50 mm reais), então com o telescópio, no foco primário, esse objecto, no mesmo chip apresentará 24x2=48 mm (pode não caber todo no chip e neste caso específico não cabe todo no chip).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Generalizando, se a distância focal real for f numa qualquer objectiva de referência, no foco principal a imagem formada terá a ampliação A=1200/f.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a distância focal gravada no bordo da objectiva da câmara for &lt;em&gt;equivalente &lt;/em&gt;para o formato padrão 24 mm x 36 mm (com o tal factor 1,6), nesse caso a ampliação será&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A' =1,6x1200/ f.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por exemplo, a imagem da Lua, no foco de uma objectiva de 50 mm de focal (&lt;strong&gt;reais&lt;/strong&gt;) tem no chip um diâmetro diminuto (~0,44 mm). No foco principal desse telescópio o diâmetro da imagem da Lua, no chip, medirá 10,56 mm (=24x0,44 mm).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em qualquer dos casos, chamamos neste caso &quot;ampliação&quot; ao quociente da medida do tamanho da imagem de um dado objecto no chip, no foco principal do telescópio, em comparação com o tamanho da imagem do mesmo objecto no chip, quando a câmara está a ser usada com a sua objectiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se for preciso alguma informação adicional, disponha.&amp;nbsp; Pode encontrar mais informação útil no meu site &lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium&quot;&gt;Guilherme de Almeida&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/1063/ampliacao-com-foco-primario?show=1092#a1092</guid>
<pubDate>Wed, 05 Aug 2020 16:34:22 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Quais as melhores oculares para observar planetas?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/721/quais-as-melhores-oculares-para-observar-planetas?show=734#a734</link>
<description>&lt;p&gt;Bom, esse telescópio tem a razão &amp;nbsp;focal f/6. No mínimo, convém que as oculares sejam Plossl de boa qualidade. Por regra, para a observação &amp;nbsp;dos planetas convém que as oculares não tenham demasiados elementos ópticos, mas isso só resulta em oculares de campo aparente estreito &amp;lt;35&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt;. É certo que os planetas ocupam uma pequena parcela do campo da ocular, mas como os telescópios possuem montagem altazimutal,&amp;nbsp;e este modelo não&amp;nbsp;é motorizado, a observação&amp;nbsp;torna-se pouco prática. O que acontece é que,&amp;nbsp;se o campo da ocular for estreito,&amp;nbsp;o planeta foge depressa do campo, o que exige constantes retoques de pontaria. Como a observação de planetas exige amplificações consideráveis, o problema agudiza-se.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado as oculares de fórmula simples &amp;nbsp;(poucos elementos) têm pupila de saída demasiado próxima nas versões de distância focal curta, necessárias para bem observar os planetas (f=5,5 mm para obter 220x).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Portanto, ou se usa uma boa Barlow, evitando oculares que exijam encostar o olho, ou tem de se optar por oculares elaboradas, com pupila de saída afastada. No primeiro caso servem bem as boas plossl com barlows de bom nível. No segundo caso, cada ocular é mais cara. No caso da Lua, o campo extenso tem vantagem &amp;nbsp;também porque a Lua enche o campo com amplificações moderadas a altas. E porque se vê mais Lua para igual amplificação.&lt;br&gt;&lt;br&gt;À parte o campo estreito (48o a 55o), é difícil bater em relação &amp;nbsp;preço-qualidade as boas ortoscópicas, mas estas têm pupilas de saída muito perto da última lente. Um bom compromisso qualidade-preço são as plossl da Televue, com campos de 50o. Muito melhor do que isso, com campo amplo e a trabalhar bem em f/6, implica duplicar, triplicar ou até quadruplicar o preço por cada ocular.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 16:58:18 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Luneta Caseira</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/684/luneta-caseira?show=693#a693</link>
<description>&lt;p&gt;Olá, &amp;nbsp;Danielson,&lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Uma lente assim, trabalhando a f/26,7 dá boas imagens,a não ser que a sua qualidade seja má, ou se a lente estiver inclinada.&lt;br&gt;A sua objectiva é plano-convexa ou é menisco-convexa? A primeira forma é bem melhor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2. A lente tem de ficar perpendicular ao eixo do tubo. Três graus de inclinação &amp;nbsp;estragam tudo &amp;nbsp;e mesmo grau e meio já piora um pouco. Certifique-se &amp;nbsp;de que a frente do tubo está bem cortada na perpendicular ao eixo do tubo e lime até ficar certo. Assente o tubo, em pé sobre a extremidade da frente, em cima de uma mesa; use um esquadro grande, com um dos catetos assente na mesa e o outro na vertical, cuidando para que este outro cateto fique paralelo ao tubo; verifique em toda a &amp;nbsp;volta do tubo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3. Apoie a lente num aro interior, colado ou aparafusado por dentro, junto &amp;nbsp;à extremidade da frente do tubo. Ajuste esse apoio de modo que fique equidistante da frente em toda a volta. Uma objectiva torta estraga tudo...&lt;br&gt;&lt;br&gt;4. Do mesmo modo, o tubo da ocular deverá &amp;nbsp;estar bem centrado e com o seu eixo coincidente com o eixo do tubo porta-ocular. Verifique se esse tubo da ocular não fica inclinado en relação &amp;nbsp;ao eixo do tubo principal.&lt;br&gt;&lt;br&gt;5. Só para dar uma ideia das expectativas: com 28x já dá para &lt;em&gt;identificar &lt;/em&gt;um anel em volta de Saturno (vê-se globalmente um só anel); vê-se Júpiter como um disco bem distinto com 15x, e com 30x identificam-se já duas faixas equatoriais; as maiores crateras lunares, nas fases de quadratura, são visíveis com 20x e melhoram com maiores amplificações. Com 50x a 80x isto fica bem melhor. Porém, não exagere. Com 50 mm de abertura, e lente simples, não convém ultrapassar 100x. Para além disto, as imagens ficam, difusas, escuras e com pouca nitidez.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 1965, mais ano menos ano, fiz uma luneta assim, com objectiva de uma dioptria (f=1000 mm), plano-convexa, encomendada num oculista; a ocular era feita com duas lentes pequenas, de visores de máquinas fotográficas antigas. Com 60x era bom; com 100x não era mau de todo...Mas a primeira lente-objectiva era má e fui trocá-la ao oculista.&lt;br&gt;&lt;br&gt;6. &amp;nbsp;Um tubo tão comprido tende a oscilar facilmente, por isso arranje uma boa montagem de suporte para esse tubo. &amp;nbsp;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Boa realização.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/684/luneta-caseira?show=693#a693</guid>
<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 20:10:51 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Ocular Plossl Toya</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/665/ocular-plossl-toya?show=669#a669</link>
<description>&lt;p&gt;Boa tarde,&lt;br&gt;&lt;br&gt;Não &amp;nbsp;conheço as lojas no Brasil. Uma luneta f/20 funciona bem com qualquer ocular, indepentemente de sua &quot;fórmula óptica&quot; desde que essa ocular seja bem construída. &lt;strong&gt;Nessa forma de uso, &lt;/strong&gt;a Huygens apenas tem só um problema: o seu campo aparente é estreito, da ordem dos 35 a 40&amp;nbsp;graus...&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ocular com lentes de plástico actualmente é muito raro e só encontra mesmo na gama mais baixa de telescópios &amp;nbsp;brinquedo. O tubo dessa ocular é de metal &amp;nbsp;cromado ou é de plástico preto? No segundo caso, não compre &amp;nbsp;E o preço é um bom guia. Se for a preço da chuva, fuja dessa ocular !&lt;br&gt;&lt;br&gt;GA&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/665/ocular-plossl-toya?show=669#a669</guid>
<pubDate>Sun, 12 May 2019 16:08:32 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Ocular Caseira ou Comprada?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/654/ocular-caseira-ou-comprada?show=660#a660</link>
<description>&lt;p&gt;Caro Danielson&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode fazer uma luneta de iniciação com essa lente de 1 dioptria (f=1000 mm) e 50 mm de diâmetro (f/20). Não se esqueça de pintar o tubo de preto muito baço. Como não chega lá com nenhum pincel, ponha um pouco de tinta a mais e vá rolando o tubo, de modo que a tinta se vai espalhando por gravidade. E convém colar pelo menos um &lt;em&gt;baffle &lt;/em&gt;(um anel à medida do interior do tubo), com furo central de cerca de 40 mm de diâmetro, situado a cerca de metade do comprimento do tubo. Para o manter no local pode entalá-lo entre dois aros de madeira, empurrando com um ponteiro até ao local desejado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje não se justifica mais fazer oculares. Para manter as despesas no mínimo, se tiver um microscópio, pode usar a ocular dele na luneta. Se a ocular de microscópio tiver a marcação 10x significa que tem 250/10=25 mm de distância focal e dará, nessa sua luneta, 100/25=40 x de amplificação (há quem chame de aumento). Uma ocular de microscópio de 15x tem&amp;nbsp; 16,7 mm de distância focal e dará cerca de 60x na luneta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode usar essa ocular que refere, mas custará mais do que a lente objectiva. Imagino que essa objectiva seja uma lente plano-convexa, comprada num oculista. Se for esse o caso, vira a parte plana para o lado da ocular, para obter os melhores resultados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um a ocular Plossl dará bons resultados nessa luneta, mas tem campo aparente de 50º.&amp;nbsp; Mas&amp;nbsp; é mais barata do que a Celestron wide angle.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para&amp;nbsp; conseguir alguma comodidade nas observações terá de suportar o tubo numa montagem suficientemente rígida e de movimentos suaves. Já tem montagem?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para que as imagens sejam razoavelmente nítidas, não exagere na amplificação. Mais de 80x , nessa objectiva, é demasiado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja mais informações sobre telescópios na minha página web:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Sat, 27 Apr 2019 21:45:15 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Porque algumas oculares têm uma borracha para podermos observar ( conforto ) e outras não?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/405/porque-algumas-oculares-borracha-podermos-observar-conforto?show=407#a407</link>
<description>Muito obrigado Guilherme. Estou totalmente esclarecido.</description>
<category>Acessórios de Telescópios</category>
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<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 09:40:48 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Qual a vantagem de se usar uma ocular de grande distância focal?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/402/qual-vantagem-de-se-usar-uma-ocular-de-grande-distancia-focal?show=403#a403</link>
<description>&lt;p&gt;No mesmo telescópio, uma ocular de maior distância focal determina uma amplificação menor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma amplificação menor, com oculares &lt;em&gt;do mesmo campo aparente&lt;/em&gt;, determina um campo real maior, permitindo enquadrar no campo visual objectos de maior extensão que, de outro modo, só apareceriam parcialmente através da ocular, exigindo deslocação do telescópio para ver as suas partes restantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para concretizar, vou recorrer a um exemplo. Admita-se que as nossas oculares têm 60º de campo aparente. Para enquadrar o enxame estelar aberto das Plêiades, M45, (com cerca de 1,4º de extensão), todo dentro do campo, precisaremos de um campo real não inferior a 1,4º de diâmetro.&amp;nbsp; Com a amplificação de 40x, o campo real abrangido será 60/40=1,5º, abrangendo todo o enxame ao mesmo tempo dentro do campo observado. Se a amplificação fosse, digamos 60x, o campo real seria 60/60=1º. Com 120x de amplificação, o campo seria 60/120=0,5º.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se se quer aproveitar toda a luz que atravessa o telescópio, convém não abusar das amplificações demasiado baixas: o diâmetro da pupila de saída &lt;em&gt;não deverá&lt;/em&gt; ser superior ao diâmetro da pupila do olho do observador, &lt;em&gt;nas condições em que a observação está a decorrer&lt;/em&gt;. Supondo uma pupila de saída de 7 mm de diâmetro máximo, o limite inferior de amplificação de um telescópio de abertura &lt;em&gt;D&lt;/em&gt; (em milímetros) é &lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/7 (por exemplo para um telescópio de 140 mm de abertura, a amplificação mínima será 140/7=20x. Se o telescópio tiver uma distância focal de 1200 mm, a máxima distância focal da ocular será 1200/20=60 mm. Porém, nem sempre está disponível comercialmente uma ocular de distância focal tão grande.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a distância focal do telescópio for 800 mm (ainda com 140 mm de abertura), a máxima distância focal da ocular, para cumprir o requisito de amplificação mínima passará a ser 800/20=40 mm.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta condição &lt;em&gt;equipupilar &lt;/em&gt;(pupila ocular=pupila de saída instrumental) assegura o máximo brilho por unidade de área observada, em objectos &lt;em&gt;extensos&lt;/em&gt; (nebulosas, galáxias, etc. , ou seja, objectos que não são estrelas). Nos locais com poluição luminosa significativa, isto tem — paralelamente — o inconveniente de dar uma visão muito brilhante do céu, que deveria ser escuro. A amplificação mínima não é recomendável para observar objectos extensos, em locais com poluição luminosa considerável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nem todas as pessoas, sobretudo depois dos 40 anos conseguem uma dilatação pupilar de 7 mm. Passando a considerar 5 mm como abertura pupilar máxima, a amplificação mínima passará a ser &lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/5.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se o telescópio for usado de dia, por exemplo para observações terrestres, a pupila do olho geralmente reduz-se a cerca de 2 mm, pelo que a amplificação mínima será &lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/2 (70x num telescópio de 140 mm de abertura).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;color:#006400&quot;&gt;&lt;strong&gt;No meu &lt;em&gt;calculador&lt;/em&gt; sobre oculares e telescópios, o utilizador &lt;span style=&quot;background-color:#FFFF00&quot;&gt;preenche os campos amarelos &lt;/span&gt;e tudo o resto é calculado automaticamente em função disso. Disponibilizo o meu calculador aos leitores:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.apaa.co.pt/GA/Telescopios_e_oculares2.zip&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.apaa.co.pt/GA/Telescopios_e_oculares2.zip&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#008000&quot;&gt;Para mais informação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, consulte-se esta fonte onde as coisas estão explicadas passo&amp;nbsp; passo:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Almeida, Guilherme de —&quot;&lt;strong&gt;Telescópios&lt;/strong&gt;&quot;,&amp;nbsp; Plátano Editora, Lisboa, 2004.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;ISBN:&lt;/strong&gt; 978-972-770-233-6&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Referência e sinopse&amp;nbsp; em: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&quot;&gt;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;ÍNDICE INTEGRAL: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;br&gt;INTRODUÇÃO INTEGRAL: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;br&gt;REVIEW: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/telescopios_recensao.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/telescopios_recensao.pdf&lt;/a&gt;&lt;br&gt;APRESENTAÇÃO: &lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
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<pubDate>Sun, 28 Feb 2016 21:59:51 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Existe o conceito de abertura numérica para telescópios?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/397/existe-o-conceito-de-abertura-numerica-para-telescopios?show=401#a401</link>
<description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000CD&quot;&gt;Conforme prometido, aqui estão as notas de esclarecimento ao texto &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color:#000000&quot;&gt;acima&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000CD&quot;&gt; apresentado:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(1) &lt;/strong&gt;Explorar &quot;à justa&quot;, significa que os pormenores que estejam no limite de resolução da objectiva&amp;nbsp; passam a ser apresentados ao olho, mediante a amplificação instrumental, sob a dimensão aparente de 1', que é o limite de resolução do olho humano (sem ajuda óptica), perante objectos bem iluminados e de alto contraste. O olho , auxiliado pelo&amp;nbsp; microscópio vê, em &lt;em&gt;condições-limite&lt;/em&gt;, os pormenores que correspondem ao limite de resolução da objectiva. Este conceito também se aplica aos telescópios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt; Este valor é escolhido internacionalmente, por uma razão óbvia. Para maiores aberturas (pupila do olho mais aberta), onde seria de esperar melhor desempenho resolutivo do olho, as aberrações do sistema óptico ocular são maiores e sobrepõem-se ao ganho de abertura. Por isso dão pior resultado óptico no que diz respeito à resolução. Para menores aberturas (menos de 2 mm) o olho capta pouca luz. Este conceito também se aplica aos telescópios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; Normalmente aceita-se que o olho humano tem um limite de resolução de 1' (um minuto de arco) &lt;em&gt;perante &lt;/em&gt;objectos bem iluminados e de elevado contraste, mas esse limiar piora para uns 4' perante objectos de baixo contraste e pouco brilhantes.&amp;nbsp; E em situações extremas pode ir para 20'. Daí se conclui que, embora sem ganho de resolução &lt;em&gt;teórica&lt;/em&gt;, o olho explore melhor as minúcias da imagem quando se usam amplificações maiores do que a amplificação normal. Aceita-se normalmente o uso de amplificações até quatro vezes superiores à amplificação normal (aproximadamente 1000 &lt;em&gt;AN&lt;/em&gt; nos microscópios e 2&lt;em&gt;D&lt;/em&gt; nos telescópios, o que pode pode ser benéfico. No entanto,&amp;nbsp; esses limites dependem do tipo de objecto observado e do grau de deterioração na imagem que o observador está disposto a aceitar. &lt;strong&gt;Nos telescópios&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp; esse limite depende ainda da turbulência atmosférica, que pode limitar esses abusos. Em telescópios pequenos, de grande qualidade, e com turbulência atmosférica quase nula, há quem aceite o limite de 5x a amplificação normal, ou seja, 5x(&lt;em&gt;D&lt;/em&gt;/2)= 2,5 &lt;em&gt;D . &lt;/em&gt;Jean Texereau (1919-2014), por outro lado, considerava que os melhores resultados na observação de planetas se obtêm com a amplificação de 1,25&lt;em&gt;D&lt;/em&gt;, ou seja, 2,5 vezes a amplificação normal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
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<pubDate>Fri, 19 Feb 2016 13:36:28 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: Discos de Airy</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/398/discos-de-airy?show=399#a399</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;Questão 1&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;As zonas claras significam áreas de interferência construtiva, no plano focal do telescópio. As áreas escuras significam zonas de interferência destrutiva. Para a formação da figura de difracção, concorrem (contribuem) ondas luminosas vindas de todos os pontos da objectiva (seja a objectiva um espelho ou uma lente composta). Essas ondas, vindas dos diferentes pontos da objectiva, percorrem distâncias diferentes até chegar à imagem da figura de difracção, pelo que as sucessivas ondas nem sempre se apresentam em fase. Se chegarem em fase, haverá reforço, produzindo-se uma zona &lt;em&gt;brilhante&lt;/em&gt;; se chegarem em oposição de fase, aniquilam-se e teremos uma região escura; nos casos intermédios a aniquilação é parcial e observam-se diferentes níveis de claro-escuro.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;É claro que essa luz, seja própria ou reflectida, veio do objecto que está a ser observado através do telescópio. Quando se tem uma &lt;em&gt;única &lt;/em&gt;figura de difracção, o objecto observado tem dimensões angulares diminutas, como uma estrela (natural ou artificial). Se o objecto observado for &lt;em&gt;extenso &lt;/em&gt;(=não pontual),&amp;nbsp; pode sempre ser considerado como uma colecção de fontes pontuais e, na imagem focada, ter-se-ão inúmeras figuras de difracção, formando um aparente contínuo de imagem extensa.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#0000ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;Questão 2&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;A figura b) não indica descolimação. Pelo menos descolimação grosseira. As &lt;em&gt;pequenas&lt;/em&gt; &lt;em&gt;descolimações &lt;/em&gt;ficam indetectáveis quando se está longe da posição do&amp;nbsp; foco. Para serem detectadas (as pequenas descolimações), exigem que se esteja mais próximo da imagem focada, mas ainda assim um pouco dsfocada.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;A imagem pode indicar aberração de esfericidade ou outras anomalias &lt;em&gt;de&lt;/em&gt; &lt;em&gt;revolução &lt;/em&gt;(=simétricas em relação ao eixo óptico). Como é também o caso de um bordo abatido ou de um bordo elevado. Para uma avaliação mais adequada convém comparar as imagens &lt;em&gt;intrafocal &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;extrafocal&lt;/em&gt;. E em diferentes níveis de desfocagem, mas sempre relativamente perto da posição do foco.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Não indica seguramente astigmatismo, nem coma, nem ópticas demasiado apertadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para mais informação:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Almeida, Guilherme de —&quot;&lt;strong&gt;Telescópios&lt;/strong&gt;&quot;,&amp;nbsp; Plátano Editora, Lisboa, 2004.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;ISBN:&lt;/strong&gt; 978-972-770-233-6&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/capa%20final_telescopios_small.jpg&quot;&gt;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/capa%20final_telescopios_small.jpg&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/capa%20final_telescopios_small.jpg&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Veja-se ainda: http://www.astrosurf.com/texereau/&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color:white&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
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<pubDate>Wed, 17 Feb 2016 22:40:48 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: As lentes convergentes e divergentes do telescópio refrator</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/304/as-lentes-convergentes-divergentes-do-telescopio-refrator?show=305#a305</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Na sua versão mais simples e esquemática, o telescópio refractor clássico (dito&amp;nbsp;&lt;em&gt;luneta de Kepler&lt;/em&gt;) é de facto constituído por uma objectiva convergente e por ocular convergente. Dá imagens invertidas.&amp;nbsp; No entanto, essa versão simples enferma de numerosas imperfeições de imagem. Por isso, o telescópio refractor actual tem no mínimo duas lentes a formar a objectiva e pelo menos três ou quatro lentes a formar a ocular. Versões mais elaboradas podem ter objectivas de três elementos e as oculares chegam a ter oito a dez elementos.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Quando o telescópio está focado para o olho normal, emana da ocular um feixe de raios luminosos paralelos entre si, vindos de cada ponto do objecto observado. O olho recebe feixes paralelos de cada objecto observado, quando se olha para muito longe. É o sistema óptico do olho que faz, por sua vez, a convergência dos raios luminosos na retina do observador.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Na luneta de Galileu, a objectiva é convergente e&amp;nbsp; a ocular é de facto divergente. Também permite formar uma imagem, pois a ocular transforma o feixe convergente que chega da objectiva (vindo de cada ponto objecto do céu) num feixe paralelo. E o olho recebe feixes paralelos quando se olha para muito longe. É o sistema óptico do olho que faz, por fim, a convergência dos raios luminosos na retina do observador.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#800000&quot;&gt;Tanto na luneta de Kepler como na de Galileu, focadas para o olho normal descontraído, os raios luminosos vindos de cada ponto do astro observado entram e saem paralelos dessas lunetas. A diferença é que, na luneta de Kepler, a distância entre as duas lentes (na concepção básica) é igual à &lt;em&gt;soma &lt;/em&gt;das suas distâncias focais; na luneta de Galileu, a distância entre as duas lentes é igual à &lt;em&gt;diferença &lt;/em&gt;dos valores absolutos das respectivas distâncias focais. O termo &quot;absolutos&quot; deriva do facto de, em óptica, se considerar negativa a distância focal das lentes divergentes e positiva a distância focal das lentes convergentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;Mais informação, com mais pormenores e ilustrações explicativas, pode ser obtida aqui:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Almeida, Guilherme de — &quot;&lt;strong&gt;Telescópios&lt;/strong&gt;&quot;,&amp;nbsp; Plátano Editora, Lisboa, 2004.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;ISBN:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;978-972-770-233-6&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Referência e sinopse&amp;nbsp; em:&amp;nbsp;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&quot;&gt;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ÍNDICE INTEGRAL:&amp;nbsp;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;INTRODUÇÃO INTEGRAL:&amp;nbsp;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/introducao_telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;REVIEW:&amp;nbsp;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/telescopios_recensao.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/telescopios_recensao.pdf&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;APRESENTAÇÃO:&amp;nbsp;&lt;a rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Guilherme de Almeida&lt;br&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot; href=&quot;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color:white&quot;&gt;https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
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<pubDate>Sun, 26 Jul 2015 20:01:15 +0000</pubDate>
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<title>Respondida: O seeing e falta de aclimatação podem influenciar na correção do campo?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/171/seeing-falta-aclimatacao-podem-influenciar-correcao-campo?show=174#a174</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Trata-se de uma pergunta muito interessante.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	A fadiga ocular é um facto incontornável, que é acelerada pela necessidade frequente de acomodação (o mecanismo de focagem automática do olho, baseado na alteração da curvatura do cristalino). Ao fim de várias acomodações sucessivas, o olho do observador fatiga-se; continuar a acomodar torna-se cansativo e para algumas pessoas origina dores de cabeça.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	A necessidade de acomodar frequentemente é o principal factor que provoca esse problema, dado que o ajuste (melhor ou pior) entre a curvatura do campo-objecto da ocular e a curvatura do campo-imagem da objectiva obrigam quase sempre a acomodar quando o olho passa de observar o centro do campo para obrservar a borda do campo. Ao fim de algum tempo, a acomodação fica menos eficaz (por fadiga), o que leva o observador a achar que a nitidez do campo é menos uniforme....&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	Modificação da curvatura de campo é muito improvável que aconteça. No entanto, é de esperar que a uniformidade da nitidez no campo-imagem da objectiva sofra por efeito da turbulência, dado que a luz que forma imagens no centro e na borda do campo vem de direcções diferentes, sendo o ângulo entre essas direcções igual a metade do campo (real) coberto pelo telescópio usando &amp;nbsp;a ocular que está a ser utilizada no momento. &amp;nbsp;Se o telesópio está a cobrir 1º, a refrida diferença será de meio grau, o que pressupõe percursos ópticos ligeiramente diferentes da luz através da atmosfera, para esses dois pontos referidos.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	Mas para eliminar a componente humana-olho, pode~se fotografar um campo extenso (o mais extenso possível) através do telescópio e ver se o problema persiste. E de preferência fazer uma série de imagens com poucos segundos de intervalo, para ver se se notam diferenças de uniformidade de nitidez entre o centro e a borda do campo.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	Abraço&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	Guilherme de Almeida&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
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<pubDate>Wed, 16 Jul 2014 23:04:04 +0000</pubDate>
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<item>
<title>Respondida: O que queremos saber sobre óptica de telescópios?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/52/o-que-queremos-saber-sobre-optica-de-telescopios?show=90#a90</link>
<description>O objectivo desta minha pergunta é precisamente captar e direccionar peguntas dos possíveis interessados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amigos, não se acanhem. Ninguém nasceu ensinado e nenhuma pergunta é demasiado básica para ser formulada. Todas valem a pena se contribuirem para o esclarecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Venham as perguntas, a que responderemos com gosto.</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/52/o-que-queremos-saber-sobre-optica-de-telescopios?show=90#a90</guid>
<pubDate>Sat, 12 Oct 2013 21:24:47 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Sistema de suporte do Telescópio. Qual devo escolher?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/65/sistema-de-suporte-do-telescopio-qual-devo-escolher?show=66#a66</link>
<description>&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;Montagem Azimutal&quot; src=&quot;http://astronomia.galactica.pt/?qa=blob&amp;amp;qa_blobid=3013302706931277315&quot; style=&quot;width: 150px; height: 205px; float: right;&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	O sistema de suporte que refere chama-se &quot;montagem&quot;. Existem essencialmente dois tipos de montagens: a montagem altazimutal (AZ) (imagem 1) e a montagem equatorial (EQ) (imagem 2). Cada um deste tipos de montagem existe em diversas variantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	As montagens AZ permitem que o tubo se incline para cima e para baixo e também para a esquerda e para a direita. O primeirto destes eixos é horizontal e o segundo é vertical. Para seguir um astro é necessário actuar nos dois eixos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	As montagens EQ exigem alinhamento local pelo eixo de rotação da Terra e (depois de alinhadas) permitem que o tubo se mova em torno de um eixo paralelo ao eixo de rotação da&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Terra (eixo polar) simulando o movimento aparente das estrelas,&amp;nbsp; o que permite seguir um astro actuando (em princípio**) num só eixo. Permitem ainda que o tubo do telescópio se incline para norte ou para sul, em torno do outro eixo (eixo de declinação).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;Montagem Equatorial&quot; src=&quot;http://astronomia.galactica.pt/?qa=blob&amp;amp;qa_blobid=5860217121116829297&quot; style=&quot;width: 150px; height: 174px; float: right;&quot;&gt;A escolha é em parte pessoal e em parte determinada pelo tipo de coisas que se quer fazer com o telescópio. A abordagem completa da questão não cabe no reduzido espaço de um &quot;Post&quot;, mas pode encontrar toda a informação (e&amp;nbsp; muito mais) aqui:&lt;/p&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://www.platanoeditora.pt/index.php?q=C/BOOKSSHOW/15&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&lt;a href=&quot;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/indice_telescopios.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&lt;a href=&quot;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;http://astrosurf.com/re/telescopios.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	** A técnica de alinhamento polar das montagens EQ não é difícil, mas requer aprendizagem. Quando a montagem equatorial está bem alinhada o eixo polar fica orientado paralelamente ao eixo de rotação da Terra, permitindo imitar e seguir o movimento aparente da esfera celeste.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://astronomia.galactica.pt/?qa=blob&amp;amp;qa_blobid=2317173721139295512&quot; style=&quot;float: right; width: 150px; height: 278px;&quot;&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	Devido a inevitáveis imprecisões de alinhamento (e outros factores) é necessário fazer de vez em quando ligeiríssimas correcções no outro eixo, sobretudo em astrofotografia, mas uma montagem bem alinhada permite seguir um astro, de forma motorizada, durante cerca de uma hora, para uso visual, mantendo o astro aproximadamente no centro do campo visual. Isto torna as observações minuciosas mais cómodas.&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	As montagens AZ de Dobson (imagem 3) são de uso muito prático, mas em geral não são motorizadas e os movimentos de seguimento têm de ser manuais, repartindo-se pelos dois eixos..&lt;/div&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/65/sistema-de-suporte-do-telescopio-qual-devo-escolher?show=66#a66</guid>
<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 15:40:16 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Como funciona a óptica adaptativa?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/9/como-funciona-a-optica-adaptativa?show=64#a64</link>
<description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4d/Adaptive_optics_correct.png&quot; style=&quot;float:right; height:400px; margin:4px; width:357px&quot;&gt;Não são só os grandes telescópios a usá-las. :) Há à venda no mercado (a rondar o milhar de euros), para os aficionados da astronomia amadora com telescópios de distância focal longa (2000 mm já é longo, no mundo amador), coisas que eles também chamam óptica adaptativa.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bom, mas antes de continuar por aqui, convém perceber como é que a superfície da água numa piscina durante o dia distorce o percurso da luz do sol, e espalha essa luz pelo fundo de forma pouco uniforme, em &quot;cobrinhas brancas&quot;.. Essencialmente, o que a atmosfera está sempre a fazer é um pouco isso de forma menos notória. A luz (ou outra radiação electromagnética -- é o que &quot;EM&quot; quer dizer), quando atravessa zonas de diferentes densidades, sofre refracção. No caso da atmosfera, são ainda várias dezenas a centenas de quilómetros de percurso por entre zonas em que o ar tem ligeiras diferenças de densidade (devido a temperatura, humidades, etc) e ainda por cima se move e mistura a seu belo prazer! Isto causa o conhecido efeito que vemos das estrelas cintilarem.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Numa primeira aproximação, isto corresponde a fazer desviar o &quot;percurso&quot; da luz de um lado para o outro com &quot;periodicidades&quot; de dezenas ou centenas de vezes por segundo. Um telescópio, ao amplificar/ampliar o que se vê/projecta está a tornar mais notório estes desvios, e se quisermos ir integrando a informação ao longo do tempo numa exposição maior, esses desvios acabam por &quot;borrar&quot; a imagem.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, numa primeira abordagem, podemos considerar um sistema que só tem um elemento óptico (que origine refracção ou reflexão) para, em fracções, de segundo, ir &quot;corrigir&quot; a posição da estrela, na esperança que isso seja o antídoto (fazer o inverso) para o que a atmosfera está a fazer. Para telescópios com uma abertura pequena (instrumentos típicos dos amadores), isto chega perfeitamente para reduzir este efeito do &quot;seeing&quot;. Uma forma simples de implementar isto, é com uma câmara de alta velocidade estar a observar uma estrela pelo sistema de óptica adaptativa e actuar o mesmo sistema tentando que a estrela não fuja do sítio.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando aumentamos o diâmetro da entrada de luz no telescópio, estamos também a considerar luz que passou por zonas mais variadas de densidade, e isto aumenta a contribuição de outros problemas no percurso da luz. Por um lado deixa de ser só um percurso a considerar (o/um elemento óptico tem que ser deformável). Por outro, luz que no total tenha percorrido uma distância mais longa ou mais curta, ao ser &quot;combinada&quot; no plano focal, vai diminuir de intensidade, isto porque a frente de onda chega desfasada, de forma não uniforme no espaço, e variando no tempo. Constatamos aqui que a própria atmosfera pode introduzir &quot;ruído&quot; em medições de fotometria de alta precisão, não só nas de astrometria! Para contrariar este efeito, tipicamente já são usados mais do que um elemento óptico, e estamos a falar, aqui sim, de telescópios bem grandes.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há ainda um problema paralelo a todo este, que é &quot;como detectar e avaliar em que estado nos chega a luz&quot;, para se poder actuar sobre isso! Pode-se tentar usar estrelas verdadeiras olhando para elas e observar o comportamento delas, pode-se tentar arranjar estrelas artificiais (imagens criadas por nós que também passam através do mesmo sistema óptico, e da atmosfera); Como construir sensores que detectem o estado da frente de onda; Combinar isto com modelos que tentem prever como a atmosfera se vai comportar a seguir (ou que nos digam quais os melhores parâmetros a usar em certo caso); etc..&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso depois já entra no domínio da investigação ;-)&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/9/como-funciona-a-optica-adaptativa?show=64#a64</guid>
<pubDate>Fri, 27 Sep 2013 09:41:47 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Colimador a Laser. É um instrumento indispensável?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/56/colimador-a-laser-e-um-instrumento-indispensavel?show=57#a57</link>
<description>&lt;p&gt;
	Depende do laser que for e da forma como o utilizador se serve dele. A tampinha (penso que se refere ao &quot;Aline&quot;) é muito prática e funciona bem; se for bem usada dará resultados na prática tão bons como o laser., se o utilizador proceder correctamente e se o espelho primário tiver o centro bem marcado com um pequeno anel aí colado.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	Do lado negativo, alguns lasers têm tubos menos bem calibrados à medida dos porta-oculares, permitindo &amp;nbsp;uma inclinação do laser em relação ao eixo do porta-oculares, quando se aperrta o pequeno parafuso de fixação do laser (o mesmo parafuso que se usa para fixar as oculares). Se for o caso, mais vale o &quot;Aline&quot;. Há também lasers que não estão bem colimados (eles próprios). Por isso, há lasers e lasers. Se sor um dos que inclinam ou que esteja intrinsecamente mal colimado, mais vale o&quot;Aline&quot;. Se &amp;nbsp;for um laser bem colimado e bem ajustado ao porta-oculares é ligeirtramente melhor que o aline. Pode-se ir ainda mais longe com o laser assistido por lente de Barlow: a chamada &quot;&lt;strong&gt;Barlowed laser collimation&lt;/strong&gt;&quot; que permite ir um passo em frente e atingir uma óptima colimação.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	Num Newtoniano f/5 ou mais curto, a tampa ou o laser com Barlow são a escolha ideal. Num f/6 ou mais longo, a tampa chega perfeitamente. Tanto num método como no outro a marcação do centro do primário é essencial para bons resultados.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	Independentemente do método seguido , a habilidade, conhecimento e prática da pessoa que colima também têm o seu peso no resultado final.&lt;br&gt;
	&lt;br&gt;
	GA&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/56/colimador-a-laser-e-um-instrumento-indispensavel?show=57#a57</guid>
<pubDate>Fri, 06 Sep 2013 19:11:38 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Alinhamento de montagem equatorial</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/45/alinhamento-de-montagem-equatorial?show=53#a53</link>
<description>&lt;p&gt;
	Olá,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Neste &lt;a href=&quot;http://www.petesastrophotography.com/index.html?mainframe=/tutorial.html&amp;amp;tutormain=/tutorial/polaralignment.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;website&lt;/a&gt; há um optimo simulador que o ajuda a compreender o método.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	Aqui também um vídeo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
	&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=F5YHH1n3ROA&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=F5YHH1n3ROA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/45/alinhamento-de-montagem-equatorial?show=53#a53</guid>
<pubDate>Thu, 05 Sep 2013 20:20:12 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: O que é que as pessoas mais gostariam de perguntar sobre telescópios?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/39/que-que-pessoas-mais-gostariam-perguntar-sobre-telescopios?show=49#a49</link>
<description>Amigos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objectivo desta minha pergunta é precisamente captar e direccionar peguntas dos possíveis interessados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amigos, não se acanhem. Ninguém nasceu ensinado e nenhuma pergunta é demasiado básica para ser formulada. Todas valem a pena se contribuirem para o esclarecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraço&lt;br /&gt;
GA</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/39/que-que-pessoas-mais-gostariam-perguntar-sobre-telescopios?show=49#a49</guid>
<pubDate>Thu, 05 Sep 2013 13:44:29 +0000</pubDate>
</item>
<item>
<title>Respondida: Quais são as maiores dificuldades que as pessoas têm no uso de telescópios?</title>
<link>https://astronomia.galactica.pt/40/quais-sao-maiores-dificuldades-que-pessoas-tem-telescopios?show=41#a41</link>
<description>Viva amigo Guilherme,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A minha grande dúvida, não tem propriamente a ver com telescópios, mas sim com montagem e prende-se com o drift align.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se faz? E qual o melhor método?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cumprimentos</description>
<category>Telescópios</category>
<guid isPermaLink="true">https://astronomia.galactica.pt/40/quais-sao-maiores-dificuldades-que-pessoas-tem-telescopios?show=41#a41</guid>
<pubDate>Tue, 03 Sep 2013 09:07:18 +0000</pubDate>
</item>
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