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perguntou em Diversos por AstroNovato (920 pontos)
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Este fim de semana, terei acesso a lugares com poluição luminosa muito reduzida ali perto de Vila Real. Gostaria que me ajudassem a localizar a Via Lactea. Fiz umas pesquisas online e percebi que será visivel junto à constelação de Sagitário...mais alguma dica ? Algo a que devo estar atento...suponho que será melhor observar a olho nú, ou estou enganado?

Obrigado
  

1 Resposta

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respondida por Galáctico (26.4k pontos)
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Boa tarde

Para ver a Via Láctea, é necessário que a poluição luminosa seja bastante baixa. Quanto mais baixa for, maior a extensão e pormenor com que a pode ver, a olho nu. Só a olho nu pode desfrutar da beleza e extensão da Via Láctea como um todo. Com binóculo, ela  divide-se numa multidão de estrelas.

A Via Láctea atravessa sucessivamente as constelações do Escorpião, Águia, Cisne, , Lagarto, Cassiopeia, Perseu, Cocheiro; passa depois entre o Touro e os Gémeos, seguindo para a Popa, Vela, Quilha, Cruzeiro do Sul, Compasso, Régua, Altar e Escorpião. As constelações indicadas a itálico não são visíveis de Portugal. O Altar a a Popa só bordejam o nosso horizonte.

Note que a Via Láctea é mais óbvia na região do Escorpião e Sagitário, e é de brilho diferenciado no resto do seu percurso. Em algumas partes é mais larga, em outras é mais estreita.  Olhar para esta faixa é a nossa única hipótese de ver uma galáxia a partir de dentro.

Note que a inclinação da Via Láctea em relação ao horizonte (num dado local) depende da data e da hora de observação. Em cercas ocasiões  quase passa pelo zénite; em outras apenas contorna o horizonte onde a atmosfera absorve muita luz e também onde poluição luminosa a mascara completamente. Por isso,, partindo do pressuposto que o seu local é favorecido por uma baixa (ou muito baixa) poluição luminosa, a maneira como vê a Via Láctea depende da data-hora em que o faz. A melhor maneira de prever que inclinação a Via Láctea aparenta em relação ao horizonte em cada momento, e para melhor conhecer as constelações, é utilizar assiduamente isto:

Almeida, Guilherme de — "O Céu nas Pontas dos Dedos", 1.ª Edição, Plátano Editora, Lisboa, 2013.

(pack livro+planisfério celeste multifuncional). ISBN: 978-972-770-928-1

Referência e sinopse em: http://www.platanoeditora.pt/?q=C/BOOKSSHOW/7595   
Informação essencial: http://www.platanoeditora.pt/files/1110/8872.pdf

O que se pode fazer com o Planisfério Celeste_GA: http://www.platanoeditora.pt/files/1110/8873.pdf

O Planisfério Celeste Multifuncional com os seus 24+ modos de utilização, é a ferramenta indicada para o seu caso. Espero ter correspondido ao pretendido.

Guilherme de Almeida

comentou por AstroNovato (920 pontos)
Bom dia Guilherme

A sua resposta não podia ser mais completa. Estou esclarecido. Vamos lá ver se o tempo ajuda( neste momento aqui no Porto está nublado...)
comentou por Stardust (360 pontos)
Já agora, para os não-iniciados em astronomia, existem boas aplicações para telemóveis que nos ajudam a localizar em tempo real todo o tipo de coisas do universo, tenho instalado no meu telemóvel a Skyview, que nos permite pesquisar, por exemplo, a via láctea, e depois apontar para o céu e seguir as indicações dadas. Rapidamente alcançamos o que pretendemos.

Skyview para Iphone: https://itunes.apple.com/pt/app/skyview-free-explore-universe/id413936865?mt=8
comentou por Galáctico (26.4k pontos)
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Caro Chuva Vasco

É claro que esses programas (os desse tipo) existem, para telemóveis e para computadores, mas têm o efeito de caixa preta, ocultando mecanismos interessantes, mais presentes em sistemas que sejam  mais transparentes ao olhar. E dão o "agora", mas são muito menos práticos do que os planisférios celestes no que toca a previsões futuras ou a interpretações  sobre o céu de dias, meses ou anos já passados. E  são menos educativos e menos formativos.  Explico isso seguidamente. Devido às limitações da plataforma, vou dividir a minha explicação em três partes sequenciais, a que chamarei PARTE I, PARTE II e PARTE III.

PARTE I

1. Sobre o objectivo do livro "O Céu nas Pontas dos Dedos" face a softwares

O "planisfério celeste GA" que vem dentro do livro O Céu nas pontas dos dedos cobre um amplo leque de utilizações, que vai desde as aplicações básicas até funções mais elaboradas e úteis a todos, capazes de servir também para observadores experientes. O livro adapta-se a diferentes utilizadores, conforme a sua experiência de céu, idade e conhecimento crescente, à medida que o vão utilizando. Mas em certos aspectos, ultrapassa o "Roteiro do Céu" (leva a informação mais longe), embora só o faça em partes  escolhidas e só quando o utilizador lá quiser ir.

2. Vantagens do livro "O Céu nas Pontas dos Dedos" face a produtos concorrentes

A principal virtude do livro não consiste apenas no facto de ser um livro de entrada, mas sim na associação do livro com o dispositivo nele contido (o "planisfério celeste multifuncional GA"), que lhe confere um acréscimo significativo de  flexibilidade e aplicações. O conjunto livro+planisfério celeste possibilita muitas sinergias. O livro, como os leitores descobrirão, faz uma iniciação rápida ao céu e empenha-se fortemente em dar ao leitor todos os meios para tirar o máximo partido do planisfério celeste. Não existe nenhum livro que mostre e explique de forma fácil tantos exemplos e tantas formas de uso do planisférios celestes (24 modos de utilização), todos eles exemplificadas passo a passo. E também o 25.º exemplo, o da inclinação da via Láctea em relação ao horizonte no momento da observação (pág. 22). O resto, irão descobri-lo depois, à medida que o forem usando...

Fico surpreendido com a conclusão apressada de algumas pessoas, que me dizem que o planisfério não faz lá falta nenhuma (e afirmam que é muito melhor utilizar as aplicações informáticas disponíveis para Smartphones e Tablets). Como é óbvio, se o planisfério celeste GA fosse inútil, ou não inovador, eu não o teria feito.

3. O Planisfério Celeste GA face a mapas e atlas do céu

O planisfério celeste não pretende ser um atlas do céu ou uma carta celeste! Não os substitui, mas complementa-os vantajosamente. A utilidade do Planisfério celeste é, de início, predominantemente voltada para uso  nas observações a olho nu. Depois, pode ser usado para prever que partes do céu estão acessíveis  (de momento) ou que estarão acessíveis mais tarde e a que horas (previsão), para as observar com binóculos ou com telescópios. Encontrada a região do céu que está acessível, recorre-se a um atlas do céu (em papel ou software) para ter informação mais profunda sobre e que existe para observar nessa zona do céu.

Ao ver que parte do céu estará acessível no momento desejado (presente ou futuro), o planisfério dá  as coordenadas equatoriais aproximadas das regiões celestes que nos interessam. E por esses valores da ascensão recta e declinação saberemos imediatamente em qual dos muitos mapas de um grande atlas celeste  é que estará essa parte do céu, sem ter de andar a saltar páginas em busca do mapa específico que contém essa parte específica do céu. Podemos vê-la com mais detalhe e profundidade (maior magnitude limite), pois o planisfério celeste dá-nos uma ideia  dos limites em A.R e Dec de tal região celeste.

Por outro lado, podemos prever no planisfério (em relação às constelações) a posição de um objecto com determinadas coordenadas equatoriais. Por exemplo, se soubermos que há um cometa visível nas coordenadas A.R =15 h 35 min de declinação =+14º, sabemos logo com razoável aproximação, onde ele anda,  em que constelação e "perto" de que estrela.

Acaba aqui a parte I e segue a parte II logo aqui por baixo.

Guilherme de Almeida

comentou por Galáctico (26.4k pontos)

PARTE II (continuação do comentário acima acima):

4. O Planisfério Celeste GA face a aplicações informáticas para tablets e smartphones

Penso que se desconhece (por enquanto) o potencial imenso do planisfério celeste GA e que as pessoas mudarão de ideias quando o utilizarem: irão perceber melhor certas particularidades do céu, que no uso informático  passam despercebidas. A algumas  pessoas avançam com a ideia precipitada da prioridade das aplicações informáticas (que são "muito melhores", dizem elas), como se tais aplicações fizessem tudo e tudo substituíssem, pondo fora de jogo todo o resto.

O gozo de mover o céu com os próprios dedos é insubstituível! É claro que posso utilizar o "Skyglobe", "Celestia", "Epoch 2000.0", "Megastar",  "The Sky", "Distant Suns", "EZ Cosmos", "Stellarium",  "Sky Map"… É precipitado supor que o autor nunca usou tais programas. Tudo isso tem o seu lugar, mas é menos directo, como explicarei adiante, e exige um computador, um portátil ou um tablet e baterias.

Na verdade, o valor formativo de um planisfério supera largamente o de uma aplicação informática. E a aprendizagem do funcionamento do céu é muito mais clara com um planisfério celeste. Na verdade, o planisfério celeste GA verão é de uso muito transparente ao utilizador. Ou seja, os programas de planetário criam um efeito de caixa negra, que se interpõe entre o utilizador e o céu, embotando sensações, contactos e percepções. Num planisfério, movido pelos nossos dedos, sente-se o que está a acontecer...Pode-se ver o que aconteceu meses, horas ou minutos atrás ou o que vai acontecer adiante. E pode ver-se todo o céu ao mesmo tempo, em toda a volta do horizonte, possibilidades vedada às aplicações para Tablets e Smartphones.

A percepção dos factos e o valor formativo das sensações que nos despertam, são quase sempre insubstituíveis. Podemos criar um "software de pequeno carpinteiro" em que, com o rato, se maneja um martelinho no ecrã, mas isso não é o mesmo que pegar num martelo de verdade, sentir o seu peso, a inércia no seu manejo, as vibrações que as pancadas  do martelo imprimem ao cabo e nos fazem vibrar a mão…

Nas aplicações para telemóveis e tablets  metem-se números, datas e horas numa caixa "mágica" e… aparece o ecrã prontinho, mas nem se percebeu como, pois tudo se passa nas entranhas do computador, mas não se sente nas mãos.  Além disso, incitam à preguiça. Estas aplicações geralmente só mostram o céu de "agora", e qualquer alteração na data-hora (quando é possível..) obriga a muitas manipulações, coisa que no planisfério celeste GA é imediata e está sempre à vista!  A compreensão do mecanismo aparente do céu é muito mais perceptível quando se mexe num planisfério celeste. E especialmente neste que tem as escalas (muitos outros não têm tantas escalas) necessárias para se poder fazer tudo o que este faz e outros não fazem...

Um planisfério celeste é um computador analógico que faz autênticas maravilhas: numa base aparentemente simples, muita coisa pode ser feita. Aprende-se imenso. A interacção directa e intuitiva, dá uma sensação única, não reprodutível num ecrã. Afinal, o planisfério celeste é uma imitação do céu aparente.

Compreende-se muito melhor o que está a acontecer com o céu rodando o planisfério do que carregando em botões! Veja-se que, os pares equivalentes data-hora (a mesma hora sideral, no fundo), por exemplo, 20 de Novembro às 23:00  é equivalente a 27 de Novembro às 22:30, ou a  20 de Dezembro às 21:00, ou ainda a 20 de Janeiro às 19:00, etc., não são perceptíveis de forma sensorial num programa, mas saltam à vista num planisfério celeste.

Se se perguntar a um miúdo de 13 anos, habituado a programas informáticos, do tipo planetário, qual é a data-hora de Agosto equivalente a 15 de Outubro às 01::00 (a mesma hora sideral), ele fica espantado a olhar para nós. Perguntando o mesmo a um miúdo habituado a mexer em planisférios celestes ele dirá logo que é 15 de Outubro às 5:00. Aliás, no meu planisfério, todos esses pares equivalentes estão imediatamente à vista.   O mesmo se pode dizer das previsões futuras ou passadas: são mais rápidas no planisfério.

Mas há muito mais. Quanto tempo antes do Sol é que nasce Sírio em 8 de Setembro? Quantas horas está Prócion acima do horizonte, desde que nasce até se pôr? E a 30 de Abril, Aldebarã nasce antes ou depois do Sol? Quantos minutos antes? Quantos minutos depois? E ainda os pares nascimento-ocaso (por exemplo Betelgeuse-Antares), saltam logo à vista, ou ainda os nascimentos simultâneos. Só experimentando é que cada um verá por si próprio. Estas são algumas outras formas de uso que o leitor aprende a idealizar depois de praticar as funções exemplificadas no livro. É claro que o Planisfério celeste GA permite fazer tudo isso porque tem as escalas e as marcações necessárias para isso.

Não estou obviamente a dizer que o astrofotógrafo, de observatório ou ambulante, deite fora os seus materiais de software para se governar com o planisfério celeste... Mas pode dar-lhe jeito para muitas coisas. Muito mais do que parece. Por exemplo, ao jantar, sem ter ligar nenhum computador, ver para que horas deverá regular o despertador, de modo a ter M57  já a 48º de altura…

Com mais de 40 anos de observação do céu, pego no meu planisfério com gosto e vejo coisas que, podendo ser feitas de outra maneira, não dariam o mesmo gozo.

5. Particularidades da produção do livro e do planisfério celeste multifuncional

Na verdade o planisfério deu mais trabalho do que o livro, a optimização dos resultados foi uma tarefa enorme, que poucos estariam dispostos a aguentar. E mesmo a que a produção do planisfério foi muito mais complexa do que a do livro. As figuras e esquemas do livro são todos do autor, desenhados, trabalhados e com arte final do autor, combinando Sky MapPhotoshop e Word, excepto as cinco fotografias de Miguel Claro, lá indicadas como tal. O planisfério celeste foi feito segundo protótipo do autor, e sob constante correcção e supervisão durante todas as fases da produção. Foi produzido em Adobe Illustrator, um programa avançadíssimo e muito complicado, mas que a desenhadora da Editora, com aconselhamento e supervisão constantes do autor, com emendas sobre emendas, levou a bom termo.

Acaba aqui a parte II (continua na parte III, mais abaixo).

Guilherme de Almeida

comentou por Galáctico (26.4k pontos)
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PARTE III (conclusão)

6. Multifuncionalidade e rigor do planisfério celeste GA

O planisfério celeste GA é muito rigoroso. Por exemplo, veja-se que a janela de horizonte não tem a forma de uma elipse (alguns outros planisférios têm janelas de horizonte em forma de elipse, o que é apenas uma aproximação ditada por comodidade de realização). Este planisfério tem mais escalas e muito mais funcionalidades. E, atenção,  não tem o erro de 30 minutos  inerente aos modelos que se fazem para o centro do fuso (longitude 0º).  Nós regulamo-nos pela hora de Greenwich, mas NÃO estamos em Greenwich. Tudo o que se preveja para Greenwich na hora "t", só se observará aqui (Lisboa)em "t+37" minutos, aproximadamente (atenção às longitudes, se se quer obter tempos muito precisos...).

 Antes de fazer a apreciação do produto, é preciso ler o livro e usar o planisfério celeste, seguindo as indicações e exemplos práticos do livro. Atenção: o meu modelo não roda em torno da Polar. Até isso foi considerado...

http://www.platanoeditora.pt/files/1110/8872.pdf

Existe uma lista de funcionalidades do meu planisfério celeste, publicada online em

http://www.platanoeditora.pt/files/1110/8873.pdf   (copiar o link para a janela de busca do browser).

E convém saber que com o planisfério celeste GA é possível prever, de forma rápida, o tempo em que um objecto estará acima do horizonte. Não digo que não haja outras formas de o fazer, mas com esta não é preciso ligar nenhum aparelho. Também se pode localizar, por exemplo, "o objecto" M13 (posicionando-o no planisfério pelas suas coordenadas). Ou prever que, no dia D, M13 nasce às x horas, passa o meridiano às y horas e tem ocaso às z horas. Pode saber-se quanto tempo está acima do horizonte, a que altura estará  aproximadamente no crepúsculo astronómico vespertino e a que altura estará no crepúsculo astronómico matutino e ter ideia do tempo útil de trabalho disponível para o observar ou fotografar. É óbvio que o planeamento tem de estar presente, seja qual for o nível ou os objectivos da observação. Por isso é que se afirma que o planisfério celeste GA  tem utilizações diferentes conforme o utilizador. Ou seja:

1. Para uns, ajuda na iniciação e é uma ferramenta básica muito útil.

2. Para outros ajuda a consolidar o conhecimento do céu. 

3. Para outros ainda dá muito jeito no planeamento, optimização do tempo! Basta ler a contracapa do livro!

7. Porquê e para quê insistir em planisférios celestes, se há aplicações informáticas?

Há uma coisa que dá que pensar. Sendo os Estados Unidos da América, o Canadá e a França (entre outros) países tecnologicamente tão evoluídos, porque será que, aí mesmo, os planisférios celestes (muitos deles bastante mais toscos do que o meu, diga-se) são aí extremamente populares? Será que isso acontece porque nesses países não se vendem Tablets nem Smartphones, e as pessoas desses países eles não têm computadores? É claro que não!

 Porque será, então que eles se interessam tanto pelos "primitivos" planisférios celestes, quando em Portugal se diz que "é muito melhor utilizar o "Cartes du Ciel" ou o "The Sky"? Porque razão nesses países se valoriza tanto o potencial didáctico e de aprendizagem dos planisférios celeste e em Portugal se desprezam estes dispositivos e se querem negar as suas inegáveis vantagens?  Ou seja, o planisfério celeste não é um fóssil para arrumar a um canto, como alguns pretendem. E dá para planear muitas coisas sem precisar de ligar o computador... Já ouviram falar de Rob Walrecht ? É um holandês que é o maior fabricante mundial de planisférios celestes, em muitas línguas, até em japonês. Faz modelos para todas as latitudes, norte e sul. Já vendeu mais de um milhão de planisférios. Se os planisférios celestes estivessem tão fora de uso (felizmente não estão), ele já tinha fechado o negócio. Ver aqui: 

http://www.walrecht.nl/en/our-products-and-leaflets/about-the-planispheres

http://www.walrecht.nl/en/business/customised-planispheres

Guilherme de Almeida

comentou por Stardust (360 pontos)
Caro Guilherme,

eu não quis dizer que um planisfério celeste em papel oferece menos possibilidades de investigação, apenas que também existem aplicações, que em determinadas ocasiões, e sobretudo para não-iniciados, dão muito jeito. Para quem não estuda astronomia é suposto não andar sempre com um planisfério, e queiramos ou não, andamos com um telemóvel que nos oferece múltiplas tarefas, entre as quais pode conter aplicações de astronomia. Se um planisfério celeste é melhor que uma app!? Não tenho conhecimentos que me permitam responder com rigor, mas se o diz, e como conhecedor que é de astronomia, então resta-me acreditar em si.

Chuva Vasco

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